+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

Los pacientes levam suas reivindicações às portas da Junta de Extremadura

Al grito de «não queremos políticos», boicotaram umas declarações do PP

 

Los manifestantes atravessam, ontem, a ponte Lusitânia. - R. FAVA

Cabeceira da manifestação da plataforma Hospital Dom Benito-Villanueva, ontem em Mérida. - R. FAVA

RAÚL HABA prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
26/10/2019

Umas 600 pessoas (segundo a organização) se manifestaram ontem em Mérida convocados pela plataforma Hospital Dom Benito-Villanueva para reclamar soluções urgentíssimas para a crise sanitária que vive a zona.

Presidente Vara: Não nos {dejes} morrer, rezava o impactante mote da cartaz de cabeceira da mobilização que arrancou do palácio de congressos de Mérida em direção ao ponte/feriado Lusitânia e que, após atravessar o viaduto sobre/em relação a o Guadiana, passou ao lado do prédio de {Morerías} até chegar a a sede de Presidência da Junta de Extremadura. Al troço final do percurso/percorrido se incorporaram vários ciclistas de Santa {Amalia}, que fizeram o trajeto até Mérida em bicicleta comandados por Paco González, doente oncológico e que é ao mesmo tempo um dos porta-vozes da plataforma.

Após atender a os meios de comunicação, os convocadores leram um manifesto no qual insistiram nas carências que sofre a área de saúde, como a falta de oncologistas, traumatologistas, radioterapia, ou nefrologia.

Apesar de que à manifestação se somaram alguns políticos a título particular, a plataforma quis deixar claro a todo o momento sua desvinculação de partidos. É mais, e ainda que o cartaz fixava o objetivo no presidente Vara como responsável da administração regional na atualidade, o PP não se deliberou da crítica e, à conclusão da mobilização, várias dezenas de manifestantes boicotaram, megafone em mão, as declarações à imprensa da deputada do Partido Popular, Teresa Ángulo, ao grito de «Não queremos políticos».