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Juan Ramón Santos ganha o Felipe Trigo de narração curta

O prémio de romance foi para o madrileno Raúl Quirós por ‘Os cavalos inocentes’. O de Plasencia o fez com um texto com «muito humor e um final bem decidido»

 

Membros do júri do Prémio Literário Felipe Trigo 2019, ontem, sentados entre o público. - R. FAVA

RAÚL HABA
23/11/2019

A obra Os cavalos inocentes, do madrileno Raúl Quirós Molina, se levantou ontem à noite com o prémio Felipe Trigo na categoria/escalão de romance, adjudicando-se os 20.000 euros com os que está dotado, enquanto o extremenho Juan Ramón Santos fê-lo na modalidade de narração curta com O síndrome de {Diógenes}, pela que se embolsa 6.500 euros.

Santos (Plasencia, 1975), licenciado em Direito e Ciências Políticas e autor de romances, relatos e poemários, tem ganho com uma obra que, em palavras da presidenta do júri, {Susana} Martín Gijón, tem «uma boa trama, muito humor e um final bem {resulto}». Fundador da Associação Cultural {Alcancía}, de Plasencia, Santos também coordena com {Nicanor} {Gil} o Sala de aula de Literatura José Antonio Gabriel e Galã e preside a Associação de Escritores da Extremadura.

O romance de Quirós de Molina, que foi finalista do Nadal o ano passado, narra o reencontro, anos depois, dos componentes duma {pandilla} que se conheceram nos 80 no bairro madrileno de São Blas.

Raúl Quirós nasceu em 1980 e vive e trabalha em Barcelona desde 2016. Escreve teatro, romance, relatos e dá oficinas de escritura.

A leitura do erro, a cargo do secretário do júri, {Bernardo} Gonzalo, e a posterior abertura de {plicas} pôs o ponto e final a uma gala cultural celebrada no palácio de congressos de Villanueva, apresentada por {Berta} Collado e que contou com a {amenización} musical de Clara Montes.

A velada se iniciou com os discursos do presidente da Câmara Municipal de Villanueva, Miguel Ángel Gallardo, e a conselheira de Educação e Emprego, Esther Gutiérrez (faltaram Vara e a conselheira de Cultura, mas sim esteve Ibarra e a delegada do Governo). Logo se entregaram os prémios aos vencedores em romance e narração curta da edição anterior, Jordi Juan e {Rui} Díaz Correia, respetivamente.

Antes da abertura de {plicas}, Collado entrevistou à presidenta do júri, que detalhou alguns dos aspetos mais salientes das obras apresentadas.