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A {datación} dos restos do antigo ponte/feriado requer mais escavações

A atual campanha de exumação chega a seu fim e ficam ainda restos ocultos. O presidente da Câmara Municipal procura apoio económico e a titular de Cultura recolhe/expressa o luva

 

O presidente da Câmara Municipal e a conselheira de Cultura conversam ontem, com os restos do antigo ponte/feriado à direita. - EL PERIÓDICO

RAÚL HABA prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com MEDELLÍN
11/01/2019

A {datación} dos restos de um antigo ponte/feriado de Medellín aparecidos nas últimas semanas está por concretizar-se e será necessária uma nova campanha de escavações para determinar se finalmente trata-se de um viaduto totalmente de época renascentista ou se, pelo contrário, contém mistura de renascentista e romana.

Assim depreende-se dos trabalhos de exumação de sete pilares do antigo ponte/feriado levados a cabo com dotação económica do Câmara Municipal de Medellín com supervisão técnica a cargo de arqueólogos da Conselheria de Cultura da Junta de Extremadura, cuja titular, {Leire} Igrejas, acompanhada pelo presidente da Câmara Municipal Antonio Parral, visitou ontem a zona juntamente com a secretária geral de Cultura, {Miriam} García Cabezas.

Os trabalhos de {desenterramiento} se iniciaram em finais de 2018 numa iniciativa incluída no Ano Europeu do Património e por colaboração combina entre a Câmara Municipal e a Junta de Extremadura dirigida pelo arqueólogo da Conselheria de Cultura Santiago Guerra.

Guerra explicou que se conservam sete pilares na margem direita do rio, dois deles {volcados} e que permitiram um melhor estudo, pois se conserva maior parte da estrutura que no resto. Com uma altura de nove metros, permite imaginar como podia ser este ponte/feriado do qual se têm recuperado numerosos silhares e marcas dos pedreiros que trabalharam em sua construção e que agora encontram-se baixo/sob/debaixo de estudo. O arqueólogo assinalou que a estrutura deste ponte/feriado apresenta um processo de reforma e a construção sobre/em relação a outra mais antiga ainda por determinar.

Segundo Guerra, ficariam importantes restos da ponte com pilares na margem esquerda que contribuiriam a seu {datación}.

Após as últimas escavações, os peritos têm podido constatar tratar-se de um ponte/feriado com 28 arcos, algo mais baixo/sob/debaixo de que o atual e de similar cumprimento, perto de 400 metros.

sem dinheiro municipal / {Lamentablemente} o investimento por parte da Câmara Municipal tem que parar-se por limitações económicas, apontou o presidente da Câmara Municipal. Por isso, solicitou um maior apoio à Junta de Extremadura para poder/conseguir conhecer as origens da localidade que, assegura, «vai seguir proporcionando achados da magnitude destes últimos descobrimentos».

Os últimos estudos centram-se agora em saber se esta construção é a ponte da cidade romana de {Metelinum} ou pilares do próprio ponte/feriado renascentista que anos antes foram arrastados pelas cheias.

Isto aconteceu, segundo Guerra, porque a ponte renascentista tinha um defeito de construção é que carecia de {contratajamares}, que favorecem a criação de redemoinhos na descida da água e contribuem a que a corrente {socave} sua cimentação. Uma situação que se acredita provocou que a ponte do século XVII não fora construído sobre/em relação a o anterior.

A conselheira, por seu lado, deixou entrever a aposta da Administração por este tipo de jazidas com contribuição económica para futuras campanhas para «pôr em valor, investigar e conhecer nossa história».