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Rejeição a instalar câmaras nos centros educativos

 

26/10/2019

A Procuradoria-Geral do Estado propôs recentemente que se instalem câmaras de vigilância em certos espaços educativos, como salas de aula e gabinetes, com o objetivo de combater os crescentes casos de abusos sexuais cometidos no ambiente dos meninos e adolescentes, que num ano aumentaram num 43% em Espanha. Mas a proposta se encontrou com a rejeição do Governo. A ministra de Educação em funções, Isabel Celaá, assegurou faz umas semanas numa entrevista que é «uma medida absolutamente forte», uma espécie de «Grande Irmão permanente» que, além disso, não valeria para grande coisa já que «não é precisamente nas salas de aula onde se produzem essas agressões».

Para além de a postura nacional, este debate também se apresentou na Extremadura (a última vez após uma denúncia de maltrato a uma menina com autismo num colégio cacerenho) e a resposta foi a mesma. A Conselheria de Educação não é partidária de instalar sistemas de videovigilância nos centros educativos. «Supõe uma falta de confiança nos profissionais da educação», assegurava há um ano.