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O medo a forçar a reforma laboral e confiança em {Calviño}

 

O presidente do patronato autonómica {CEV} e vice-presidente da CEOE, Salvador Navarro. - MIGUEL LORENZO

23/11/2019

Los empresários valencianos vêem com preocupação o possível Governo de coalizão entre PSOE e Unidas Podemos por algumas medidas fiscais e laborais que poderia adotar, embora confiam em que a Comissão Europeia e a presença de {Nadia} {Calviño} na vicepresidência económica moderarão qualquer excesso.

O presidente do patronato autonómica {CEV} e vice-presidente da CEOE, Salvador Navarro, considera que a maioria de empresários da zona prefeririam que o PP se abstivesse para que governasse o PSOE sem Unidas Podemos e lamentam que Ciudadanos deixasse escapar a ocasião de entrar (ou apoiar) um Executivo de maioria absoluta com os socialistas após as eleições de Abril. A {Càndid} {Penalba}, proprietário de {Cotoblau}, o possível Governo entre PSOE e Unidas Podemos lhe dá «medo» pela presença desta última formação no mesmo. O jogo/partido que lidera Pablo Iglesias, na sua opinião, «diaboliza ao empresariado, como fez com o presidente de Inditex, {Amancio} Ortega, por fazer doações {altruistas}». Além disso, pode forçar uma reforma laboral que, segundo seu critério, «tem ajudado a descer o desemprego».

Mas há mais motivos para sua inquietude: o alta de impostos, {singularmente} o de Sociedades, e «o aumento da despesa social, que {eleverá} ainda mais a dívida». {Penalba} é partidário de um Governo entre PP e PSOE pelas questões económicas, embora acrescenta que no problema gerado pelo independentismo catalão, «a postura dos socialistas é mais {acertada} que a dos populares, porque temos de voltar ao diálogo e deixar atrás a política de confrontação».

Vicente Lafuente é proprietário de {Protecmet}, uma firma/assinatura/assina de {recubrimientos} metálicos, e acredita que temos de ser «respeitosos com o que escolheu as pessoas», mas mostra-se cético sobre/em relação a a agenda do possível Governo de coalizão, porque acredita que a realidade se imporá e «não vão a poder/conseguir ser feito muitas de as suas propostas». JORDI CUENCA