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Viraje com acento latino de ‘{Magnum}’ para Calle 13

Jay Hernández interpreta ao detetive que na versão originalíssima encarnava {Tom} {Selleck}

 

Jay Hernández, na série ‘{Magnum}’. - CALLE 13

REDACCIÓN epextremadura@elperiodico.com MADRID
11/01/2019

Siguiendo a esteira de séries como {Hawái} 5.0, Enfeitiçadas, {Dallas}, {MacGyver}, {Dallas} e Dinastia, a cadeia Calle 13 recupera uma ficção doutras décadas adaptando-a aos novos tempos. Trata-se de {Magnum}, a produção dos anos 80 centrada num exmarine {reconvertido} em detetive privado nas calorosas ruas de {Hawái} que hoje, às 22.00 horas, volta à ação mudando a {Tom} {Selleck} pelo ator californiano de origens mexicanas Jay Hernández.

Como na série originalíssima, o protagonista deste {remake} que combina ação e humor exerce de assessor de segurança na casa de um milionário ausente, mas aqui se substitui o personagem do vaidoso mordomo {Higgins} (encarnado pelo falecido John Hillerman) pelo duma mulher, o ama de chaves da propriedade, {Juliet} {Higgins} ({Perdita} {Weeks}), uma atraente/atrativo e dominante agente desautorizada do {MI6} cujo segundo trabalho é manter a raia a {Magnum} com a ajuda de seus dois cães {Doberman}.

Quando {Magnum} necessita apoio num trabalho, recorre a seus amigos de confiança: {Theodore} TC {Calvin} ({Stephen} {Hill}), expiloto dos Marines que dirige {Island} {Hoppers}, um negócio de helicópteros, e a {Orville} {Rick} {Wright} ({Zachary} {Knighton}), antigo goleador da Marina convertido em empresário da discoteca na moda e o homem com mais contactos da ilha.

A distribuição deste {remake} no qual não faltarão as mitológicas camisas {hawainas} e o Ferrari vermelho se completa com o detetive {Gordon} {Katsumoto} ({Tim} {Kang}).

Por enquanto, não há previsto nenhum {cameo} do {Magnum} original, {Tom} {Selleck}, que atualmente segue/continua à frente da série {poliaca} {Blue} {Bloods}, que protagoniza desde o 2010. «Me preocupava que as pessoas me julgasse e {comparara} com {Tom} {Selleck}. Mas sabia que ia ser parte do processo. Obviamente o bigode era parte do personagem. {Tom} {Selleck} o levava, lhe funcionou e tivemos que fazer algo que se sentisse original. Acredito/acho que não ter bigode está bem», avança Hernández.H