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RTVE financiou 10 filmes de mulheres durante o 2019

As fitas assinadas por uma diretora supuseram o 23,8% das 42 que produziu o ente

 

A diretora de ‘A inocência’, Luzia {Alemany}, com um cartaz do filme. - EFE / {ZIPI}

EUROPA PRESS epextremadura@elperiodico.com MADRID
07/05/2020

RTVE financiou durante o 2019 um total de 42 largometragens cinematográficos, dos quais, dez foram dirigidos por uma mulher, o que supõe um 23,8% do total de filmes produzidos pela corporação durante no passado ano.

Assim o explicou a administradora única de RTVE, Rosa María Mateo, em resposta a uma pergunta parlamentar realizada pela deputada do Partido Popular Macarena Montesinos, na qual questionava ao ente público, de forma específica, sobre/em relação a quantos tinham sido os largometragens financiados pela corporação durante o ano 2019 dirigidos por uma mulher.

A administradora única explicou, além disso, que nestes 42 títulos produzidos durante todo o ano passado se tinham investido uns 19,2 milhões de euros. No entanto, nas salas só/sozinho se têm podido ver, por enquanto, onze fitas, dado que o resto encontram-se ou bem ainda em fase de produção ou na de postprodução. Entre os filmes financiadas pela corporação que já passaram pelas salas de cinema destacam Dor e Glória, de Pedro Almodóvar; A trincheira infinita, de {Jon} {Garaño}; O que arde, de {Óliver} {Laxe}; Vantagens de viajar em comboio, de {Aritz} {Moreno}; Surdo, de Alfonso Cortés-Cavanillas ou Os dias que virão, de Carlos Marqués-Marcet.

Quanto às dirigidas por uma mulher, até agora só/sozinho se tem podido ver uma nas salas: A inocência, de Luzia {Alemany}, que se estreou no passado mês de Janeiro e que optou a dois prémios Goya à melhor atriz revelação por seu protagonista, Carmen Arrufat, e a melhor canção originalíssima.

Em seu pergunta, Montesinos também questionou a Mateo sobre/em relação a a programação de filmes espanhóis na grelha de RTVE.

73 títulos na televisão / Neste sentido, a administradora única apontou que no passado ano se emitiram 73 títulos espanhóis, embora algum se passou mais duma vez nos diferentes canais da televisão pública.

O Ministério de Cultura, através do Instituto/liceu da Cinematografia e as Artes Audiovisuais ({ICAA}), publicou no passado 30 de Janeiro para audiência pública a modificação do Real Decreto pelo que se desenvolve a Lei do Cinema e que propõe, entre outras mudanças, alargar o limite de percentagem de ajudas para obras dirigidas só/sozinho por mulheres do 50 ao 75% do custo reconhecido.

As mudanças que propõe o ministério se englobam em dois blocos: os que afetam ao fomento da atividade cinematográfica e audiovisual e, por outro, os de carácter {procedimental} e de melhoria de aspetos técnicos.