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«Provavelmente, o que ‘{Goyana}’ se merece é um ‘{spin}-off’»

 

«Provavelmente, o que ‘{Goyana}’ se merece é um ‘{spin}-off’» - {FOX}

INÉS ÁLVAREZ epextremadura@elperiodico.com MADRID
10/05/2020

Com um {blusón} {floreado}, como o fundo que tem escolhido para fazer a videoconferência a partir da sua casa, e oferecendo umas {palmeritas} de chocolate feitas por ela. Assim recebe {Itziar} Castro à imprensa. É como se, de repente, um assopro primaveral entrasse aos salas {mustios} desta pandemia. Ao seu lado, mas a partir da sua casa, claro, Claudia Riera. Em Vis-à-vis: O oásis som Goya, uma velha conhecida da Maré amarela (como se chamam os fãs da série), e {Triana}, uma jovem da geração Z tão desvairada como virtuosa nas tecnologias. Ambas compõem essa atípica casal/par sentimental à que já chamam {Goyana}.

–Miúda despedida tão atípica fizeram os criadores de ‘Vis-à-vis’. Se parece outra série…

–{Itziar} Castro: Nesta quinta época há dois coisas. Por uma parte, quem não conheça Vis-à-vis vai-se a {enganchar} de zero, e lhe vai a parecer um {wéstern}, um {thriller} totalmente novo. E, por outra, a Maré amarela vai a encontrar o que nunca se tinha dito de {Macarena} e {Zulema}. É um presente. E, além disso, lhe {das} um final a essa história de amor e ódio que têm que ninguém se o esperava. O que sim se é certo é que não estamos na cadeia. Também não diria que é uma série nova. É a ginja do bolo, um epílogo. O final da quarta época foi lindo para a Maré amarela. Se alguém espera ver um Vis-à-vis ao uso, não o vai a encontrar, embora sim essa essência dos personagens que nunca se perdeu.

–Claudia, entrar numa ficção como ‘Vis-à-vis’ som palavras maiores/ancianidade.

–C. R. : Foi uma fantasia. Eu era muito fã de Vis-à-vis, e de repente me chega o {cásting}. Mas em nenhum momento me {planteé} que me iam a pegar/apanhar. Som essas coisas do ego de como me vão a pegar/apanhar a mim para Vis-à-vis. E {entras} no projeto e com este elenco, no qual sou a mais jovem. Sou como um cogumelo que tem saído aí de repente. E me têm pegado duma maneira tão cálida… Sobretudo {Itziar}, que me enviou uma mensagem dizendo: «Cedo nos vemos». E se me retiraram os nervos. Foi um master. Tenho aprendido muito.

–{Triana} é uma cabeça louca e parece que a {Macarena} não gosta de.

–C. R.: Pois sim. Estamos a falar duma descerebrada de 20 anos com delírios de grandeza e que além disso é {hacker}. ¡Que se pode esperar desse ser! Com {Itziar} dizíamos que Vis-à-vis e Vis-à-vis: O oásis recordam a um pátio de colégio. Há a responsável, a divertida… {Macarena} ao início está mosca porque a equipa o monta {Zulema} e pensa: esta {niñata} irreverente, que se passa tudo pelo forro. Isto não pode sair bem.

–¿Que foi o mais duro do rodagem?

–I. C.: Sempre foi complexo tudo, porque há muita ação. E s¡{empre} foi ou frio extremo ou calor extremo. Nunca se roda na primavera ou o outono. {Nosotras} tivemos o momento piscina e quase perdemos a Claudia duma hipotermia. Eu, como tenho mais carne, {aguanté} mais... E depois o deserto foi muito bonito, mas muito duro. Agora estamos todos com máscara, mas ali, menos {nosotras}, iam todos com máscara e óculos porque se levantava areia e {nosotras} nos a comemos. É um rodagem complexo.

–¿E como construíram seu personagem? Porque o seu, {Itziar}, embora já existia, dá um grande mudança.

–I.C.: O mais difícil em meu caso é que Goya mantenha sua essência tendo evoluído tanto/golo. Como tem uma namorada {hacker}, tenta mesmo ser um pouco/bocado mais lista, normal/simples, falar melhor... Essa era a luta interna que tinha eu. O mais difícil era mostrar que o personagem tinha evoluído nestes anos sem perder sua essência.

–C. R.: {Triana} tem uma energia muito alta quase sempre e a temos construído {sobreactuada}, passada de voltas, mas real. A mim me dava medo, às vezes, estar demasiado acima ou debaixo de essa linha. Esse equilíbrio é o que me tem costado mais. À parte do frio. Eu {acabé} numa duche de água quente, com um {taburete}, e me caía. É muito forte a hipotermia, porque o cérebro dá ordens e o corpo não as obedece.

–¿E de que plantel/elenco som vocês, do de {Zulema} ou do de {Macarena}?

–I. C.: Eu sou {team} {Goyana}. Que, além disso, o puseram os fãs quando ainda estávamos filmando. Fizeram uma sondagem entre {Goyana} ou {Triaya} e ganhou {Goyana} a morte. A acolhimento que recebeu este casal/par é espetacular. Nenhuma seria o mesmo sem a outra. É um casal maravilhosa. Além disso, teve química desde/a partir de o minuto 0. Mesmo {nosotras} nos fomos de viagem juntas. A química na casal/par está e funciona e dá muito jogo. As tramas podem seguir/continuar se gosta. Na verdade, este é o final de a Vis-à-vis como tal, mas sim poderia ter um {spin}-off de certos personagens, como {Goyana}.

–A terrível Goya é outra. E é superprotetora com seu jovem.

–I. C.: Esse é o grande mudança de Goya. E é o que passa quando lhe {llevas} 20 anos a teu casal/par. Embora é difícil proteger a alguém tão jovem e enérgica. É uma {mini}-{Zulema}. Mas Goya está {enamoradísima}. Estava tentando ser normal/simples, mas se mete nesta loucura por amor.

–C.R.: {Triana} quer comer-se o mundo. E por isso se estabelece esse {rol}.

–¿Têm o final que se merecem?

–I. C.: ¿O que se merece a casal/par? Pois não o sei. Provavelmente o que {Goyana} se merece é esse {spin}-off.

–C. R.: Seria uma maravilha. Para {Triana}, acredito/acho que é o final perfeito, porque lhe fazia falta uma {hostia} grande.

–¿Como foi o último dia de rodagem?

–C. R.: Eu {lloré} o que não está escrito/documento. Não podia parar e não me podiam nem maquilhar. Tinha os olhos inchados. {Lloré} de felicidade e de pena.

I. C.: Eu, como faria Goya, {intenté} estar inteira. Porque para mim o último dia foi o que {rodé} na terceira época no crematório de {Sole}. Foi muito emocionante. Mas quando te {has} despedido tantas vezes... Embora agora me tenho despedido de {Goyana}, mas acredito/acho que seguirá/continuará. Eu {lloraré} muito vendo o último capítulo. Aí sim que me vou a desmontar.

–C.R.: Eu também espero que o possamos ver juntas, de mãos dadas.