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{Frank} Subida diferença entre «caçadores e {escopeteros}»

O apresentador se {adentra} em ‘{Wild} {Frank}. Caça’ no complexo mundo da cinegética

 

{Frank} Subida, no monte, com um animal caçado, no programa de {DMax} ‘{Wild} {Frank}. Caça’. - {DMAX}

INÉS ÁLVAREZ
07/04/2019

Após internar-se no mundo da tauromaquia, {Frank} Subida volta a {DMax} hoje (21.30 horas) com uma nova entrega de três capítulos de {Wild} {Frank}, dedicada esta vez à caça. E para conhecer mais de perto esta prática e como afeta à natureza, o divulgador tem percurso/percorrido vários pontos de Espanha, dando voz aos caçadores e aos {animalistas} que lutam contra ela.

«O espaço tenta consciencializar, sobretudo à pessoas jovem, de que se queremos defender aos animais e a natureza, o temos que fazer desde o entendimento», sustenta Subida. «Fazer um programa sobre/em relação a a caça é aproximar esse mundo à pessoas para dizer-lhe: provavelmente há caça que não está tão mau, porque a de 2019 é necessária para a manutenção das espécies».

Para descrever esta complexa realidade, o {herpetólogo} visita enclaves da Galiza e Andaluzia, passando por Guadalajara, {Teruel}, Toledo, Ciudad Real e Madrid. Ali conhece a aqueles que praticam a caça grossa e a vêem como uma «gestão do ecossistema». «Pessoas que entende a natureza, que a gere, limpa e cuida. Com a mente posta, isso sim, em pontos como que o chumbo não é bom para o meio ambiente e por isso se está procurando munição mais ecológica. Isso são os caçadores. Logo estão os {escopeteros}, que são os que disparam a qualquer coisa», esclarece Subida.

Também aparecem aqueles que reclamam o fim das subsídios públicos à caça e que esta não se considere uma prática desportiva. «É muito complicado que tu, desde teu cidade, simplesmente porque te gosta ver um cervo correndo, {entiendas} que onde há 500 teria que ter 100. E que isso afeta a essa espécie por um tema de genética, doenças, comida/almoço.... A natureza é dura, sujo e injusta», sustenta. E acrescenta: «Os {animalistas} fazem uma grande lavor/trabalho dando uma voz de alerta e dizendo que temos de regular/orientar a caça. Se não se convertem em terroristas, com insultos como o de assassino, claro».

O divulgador não acredita que se trate duma luta entre pessoas de campo e urbanitas: «É entre humanos. Uns e outros deverão entender-se e chegar a acordos». No programa também têm voz os agentes de Proteção à Natureza ({Seprona}) da Guardia Civil, que lutam contra os furtivos, «que são os que mais dano fazem ao mundo animal».

Mais do 80% do território espanhol está declarado cinegético. O espaço de {DMax} mostra que «o mundo rural está muito abandonado e que há povos/povoações que vivem da caça. Porque esta não é só/sozinho bater tiros/lançamentos, também há camionistas, batedores, limpadores de monte...», recorda. Além disso, Espanha é um dos principais destinos de turismo cinegético de Europa, com 40 modalidades de caça. «Há zonas nas que se organizam montarias, que é um negócio; noutras, mais rurais, caçam para fazer-se uma lebre com arroz no domingo... Umas me parecem melhor e outras, pior. Mas o que é certo é que dentro de nós há um caçador», assegura.

GALGOS E LOBOS / Subida não acredita que {Wild} {Frank}. Caça permita conhecer melhor aos caçadores, objetivo de partidos como {Vox}: «Mais que de caçadores, fala de natureza». E de temas espinhosos como galgos, lobos e cães perigosos. «Ninguém se molha assim; se põem de perfil. Mas tínhamos que entrar em tudo. E a pressão a nível pessoal é brutal. É expor uma imagem pública. Nalguns casos se difamará; noutros, se enganará, e noutros, se entenderá».

Neste mês se cumpriram 20 anos que Subida se dedica a resgatar animais, e ainda que tem ganho de tudo menos amigos, não {flaquea}. «Não vais a salvar o mundo, mas podes fazer um mundo melhor por volta de teu», conclui.