+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

«Felizmente agora já não me oferecem fazer de mágico»

 

O ator Daniel Radcliffe, conhecido por interpretar a {Harry} {Potter}. - EFE

JUAN MANUEL FREIRE epextremadura@elperiodico.com MADRID
08/04/2019

O ator Daniel Radcliffe, o antigo {Harry} {Potter} de cinema, adepto do desafio na etapa adulta de sua corrida/curso, é um anjo de categoria/escalão rasa em {Miracle} {workers}, comédia de {Simon} {Rich} sobre/em relação a os engrenagens do céu, onde o desastroso Deus encarnado por Steve Buscemi parece ter atirado a toalha. Tão somente um namoro urdido desde para além de as nuvens poderia salvar a Terra. {TNT} emite a série todas as sextas-feiras, às 22.00 horas. Embora também está disponível baixo/sob/debaixo de procura.

–¿Como acabou atendendo orações no Céu de {Miracle} {workers}?

–A série se baseia num livro, {What} {in} {God}’s {name} [inédito em Espanha], que {leí} faz quatro ou cinco anos e adorei. Fazer rir a gargalhada limpa me parece um arte difícil, e este romance de {Simon} {Rich} me fez saltar as lágrimas. Tive uma reunião com ele para dizer-lhe que isto devia ser algo, o que fora, uma série ou uma obra radiofónica, e que se acabava sendo algo, o que fora, eu queria estar aí. Um ano depois, estávamos preparando a série.

–¿Se calhar graças, em parte, a que você deu a cara por ela?

–Me sinto orgulhoso de ter contribuído a que esta série se fizesse realidade. {Simon} tem um estilo muito pessoal como escritor. Mais pessoas deveria seguir/continuarle. Sua comédia é escura sem ser mesquinha.

{SEnDMiracle} {workers} poderia atrair a fãs de The {good} {place}. ¿A você costumam gostarle as comédias sobre/em relação a o céu?

–Ainda não tenho visto The {good} {place}, mas acredito/acho que a religião é, em geral, um bom tema para a comédia; dá pé a criar muitos personagens interessantes. Além disso, o céu continua a ser uma ideia muito aberta, toda a gente o observa duma maneira diferente… Isso realmente dá muita liberdade.

–¿Diria que a religião é o tema principal desta série?

–Se calhar mesmo mais, o mundo do trabalho. A proposta que se apresentou era, em termos muito simples, «uma comédia laboral situada no céu». Na qual veriamos o céu como uma empresa, uma empresa da que Deus seria o {CEO}. Se fazemos sátira de algo, não é precisamente da religião, mas das corporações.

–Desde há uma década, parece bastante interessado nos papéis pouco/bocado cómodos e os projetos loucos. Naturalmente, o filme {Swiss} {army} {man}, na qual fazia de cadáver {flatulento}, poderia ser o {epítome} desta busca constante do delírio.

–É certo e não sei muito bem porque é que o faço. Simplesmente, persigo as ideias giras. Para mim é um luxo ter a liberdade de escolher o que mais me apetece fazer em cada momento.

–¿Lhe chegam ainda muitas ofertas demasiado predizíveis, isto é, próximas à saga cinematográfica {Harry} {Potter}?

–Felizmente agora já não me oferecem fazer de mágico. Se chegasse o dia, minha resposta seria: «¡Não!». Podes fazer muitas coisas diferentes para {capturar} a imaginação da pessoas. Eu quero participar nas histórias mais estranhas e ambiciosas.

–Sua química cómica com a atriz Geraldine Viswanathan, que na série se mete na pele do anjo {Eliza}, é imparável e arrebatado. ¿Surgiu de forma espontânea ou se trabalhou?

–Surgiu duma maneira espontânea, mas não só/sozinho entre ela e eu, mas entre todos os membros da distribuição da série. Imediatamente {encontramos} um {flow} natural, divertido, algo {memo}… Foi estar trabalhando dois dias com a distribuição e pensar: «A química é isto».

–¿Como é trabalhamos/trabalhámos com Deus? E quando digo Deus, me estou referindo, claro, ao ator que o interpreta em {Miracle} {workers}, Steve Buscemi.

–Steve Buscemi é uma dessas pessoas que nunca defraudam. ¿Sabe quando se diz «melhor não conhecer aos ídolos»? Eu, por outro lado, agradeço ter-me cruzado em minha vida com este. É um profissional consumado e, melhor ainda, uma pessoa adorável. Esteve muito bem trabalhamos/trabalhámos com ele.

–Não sei se já estão a pensar numa segunda época para a série. ¿Acredita que esta ideia poderia fazer-se realidade?

–Sim... e não. De fazer-se, eu acredito/acho que não se situaria já no céu. Faríamos algo um pouco/bocado ao estilo do que fez a série {American} horror {story}, que manteve aos mesmos atores mas mudou toda a trama.