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ETA, crimes e seitas: o novo de {Movistar+}

A plataforma de pagamento apresenta seus seis novos projetos televisivos de não ficção

 

A equipa de {Movistar+} apresentou ontem suas novidades de não ficção para os próximos meses. - {MOVISTAR+}

MARISA DE DIOS epextremadura@elperiodico.com MADRID
11/10/2019

O jornalista {Jon} {Sistiaga}, o cineasta {Iñaki} {Lacuesta} ou o escritor Santiago Posteguillo protagonizam a próxima época da plataforma Movistar+, que após seu êxito com séries originalíssimas como O Embarcadero, que se tem vendido a 123 países, decidiu apostar em seis projetos de não ficção. Trata-se de seis propostas, apresentadas ontem por seus criadores, que {versarán} sobre/em relação a temas tão díspares entre sim como o espionagem internacional, o crime de {Almonte} –um dobro assassinato perpetrado em 2013 e ainda sem culpado declarado– ou o impacto hoje em dia das atuações do grupo terrorista ETA.

Ao financiamento destes projetos se destinará o 20% do orçamento para entretenimento de Movistar+, segundo explicaram no ato de apresentação.

O primeiro deles se estreará o próximo 17 de Outubro, Baixo/sob/debaixo de ouve. O acusado/arguido, um documentário sobre/em relação a o crime de {Almonte}, no qual foram assassinados a punhaladas um pai e sua filha de oito anos.

O projeto, dirigido por {Isaki} {Lacuesta}, recupera os testemunhos dos afetados, entre eles o de Francisco Medina, o único acusado/arguido, ao que se absolveu após passar três anos na cadeia.

Trata-se de a primeira declaração mediática de Medina sobre/em relação a o caso, que se tem reaberto e que, tal como recordou {Lacuesta}, ainda não tem um culpado: «Esperamos que a série ajude à justiça», declarou o realizador.

No evento também se revelou o conteúdo doutras dois produções originalíssimas: O coração do Império e Espias. A primeira corre a cargo do escritor de romances históricos Santiago Posteguillo, que tratará de chegar ao Império Romano através das histórias de mulheres influentes, durante seis episódios.

«Esta história está desde há bastante em minha cabeça –reconheceu Posteguillo–. Eu tentativa fazer romances, e agora documentários, muito fidedignos, mas minhas fontes são só/sozinho masculinas, porque são os homens os que decidiram como se contava a História». Por seu lado, Espias é uma série dirigida por David Beriain e María Recarte, que constará de quatro episódios e na qual aprofundarão «nas operações de inteligência que acontecem agora mesmo», embora contadas por seus protagonistas, segundo explicou Beriain.

enigmas / Outros mundos: o mistério dos {faraones} é uma série em formato documentário apresentada por Javier Sierra, na qual o escritor investigará os enigmas de Egito, entre outros.

Por outro lado, O {Palmar} de {Troya} é uma série documentário de quatro episódios dirigida por Israel do Santo, na qual se {vuelcan} três anos de investigação sobre/em relação a a seita que opera a 30 quilómetros de {Sevilla}. «No povo/vila sevilhano O {Palmar} de {Troya} temos uma seita que segue/continua em funcionamento. No {Palmar} estão isolados, e não podem falar com pessoas que não pertença à seita», explicou do Santo, que tratará em seu documentário os mecanismos que, desde 1968, emprega a igreja {palmariana}. Tudo estará explicado por antigos membros da seita, bem como fitas e imagens cedidas pela organização.

A sexta proposta de {Movistar+} corre a cargo de {Jon} {Sistiaga} e Alfonso Cortés-Cavanillas: ETA, o final do silêncio, é um documentário por entregas (seis episódios e um filme, {Zubiak}, que se estreou na última edição do Festival de San Sebastián) e no qual aprofunda na pegada/marca que deixou o grupo terrorista. «Isto é um canto à reconciliação», assegurou {Sistiaga}, que já colaborou com {Movistar+} com a série documentário Tabu, que obteve o Prémio Ondas em 2016. Todas elas se emitirão, ao longo/comprido da época, em #0, o canal de Movistar+.