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«Acredito/acho que ‘The {Good} Médico’ é uma série muito otimista»

 

O ator inglês {Freddie} {Highmore}, em Madrid. - JAVIER LIZÓN / EFE

BEATRIZ MARTÍNEZ epextremadura@elperiodico.com MADRID
28/03/2019

O ator {Freddie} {Highmore} (Londres, 1992) começou sua corrida/curso aos 7 anos com a comédia britânica para televisão Coisas de mulheres, e pouco/bocado depois já estava dando-lhe a réplica a {Johnny} {Depp} em Descobrindo nunca jamais e em {Charlie} e a fábrica de chocolate. Sua precocidade interpretativa não lhe impediu perder a perspectiva e estudou árabe, francês e a corrida/curso de Filologia {Hispánica}, pelo que fala um perfeito castelhano. Na televisão confirmou seu talento com papéis complexos como o protagonista de Psicose em versão {teenager}, em {Bates} {Motel}, e como o jovem cirurgião com autismo e Síndrome do Sábio em The {Good} Médico, a série que emite {AXN} e Televisão 5 emitiu no 2018, e que após o final de sua segunda época voltará com uma terceira o próximo outono. Antes, protagonizará {Way} {Down}, {thriller} de ação às ordens de {Jaume} {Balagueró}.

–Quando começou ‘The {Good} Médico’ vinha diretamente de ‘{Bates} {Motel}’, ¿que lhe interessou do projeto?

–Básicamente tinha que salvar à pessoas depois de/após ter-la matado durante um tempo (ri). Tive um {flechazo} com esta série. Passaram só/sozinho três dias entre o final de {Bates} {Motel} e o começo de The {Good} Médico. Me {senté} em Los Ángeles com David Shore, o criador, {leí} o guião e {decidí} de maneira automática incorporar-me ao projeto. Sempre estou procurando novos reptos/objetivos, não quero fazer o mesmo série após série, ou filme após filme. Como ator era um desafio, mas ainda o era mais a nível humano. Me deu a oportunidade de aproximar-me ao autismo e tentar refletirlo o melhor possível na ecrã e ajudar a que as pessoas pudesse entendê-lo melhor.

–¿Tem sentido responsabilidade ao abordar este projeto?

– Sim, por isso acredito/acho que é o personagem mais importante da minha carreira, e também o que mais tenho tido que preparar para que se {acercara} o máximo possível à realidade.

–‘{Bates} {Motel}’ e ‘The {Good} Médico’ são séries de televisão. ¿Que lhe deram a você como intérprete?

–As séries de televisão têm maior percurso/percorrido, por isso esses personagens ficam durante um maior tempo contigo. Podes sentir-te mais perto de eles. No caso de {Shaun} além disso tem um componente emotivo. Embora possa parecer ingénuo espero que possa despertar consciências em torno da necessidade de seguir/continuar investigando no campo da medicina.

–¿Não lhe voltou um pouco/bocado hipocondríaco a série?

–Por agora tudo bem (ri). Todos os casos que aparecem são reais, embora também não me dá tempo a aprofundar neles, menos mal.

–Nestes momentos vivemos um ‘boom’ das ficções médicas, ‘Anatomia de {Grey}’, ‘{House}’ ¿Que faz especial a ‘The {Good} Médico’?

–Acredito/acho que é uma série otimista. {Shaun} vê o bom que há nas pessoas, nos dá algo de fé na humanidade. Já há muitos antiheróis na realidade e não necessitamos outros numa série de televisão. Além disso, é um personagem que coneta muito bem com o público. ¿Quem não se tem sentido diferente ou discriminado por ser como é? Também me dá a impressão de que a maior parte dos {procedurals} (séries baseadas num caso), seguem/continuam o mesmo esquema em todos os episódios, mas isto não acontece em The {Good} Médico, com um personagem como o de {Shaun} tivesse sido impossível para compreendê-lo e aproximar-nos a ele.

–Começou sua corrida/curso na interpretação com tão somente sete anos de idade. ¿Seu sono/sonho era o de ser ator?

–Quando era pequeno era diferente. Agora {valoro} a profissão desde uma perspectiva mais adulta. Mas tenho outras inquietudes. Escrever, dirigir, produzir… vou aprendendo aos poucos todas estas tarefas à medida que vamos filmando e adoraria escrever uma série ou fazer um filme.

–Viveu em Madrid durante um tempo. ¿Como era um dia normal/simples aqui?

–Trabalhava num escritório de advogados de advogados fazendo traduções de documentos. Igual algum dia, se as pessoas se cansa de mim, possa voltar (ri). Adorava sentar-me numa terraço com um café, tomar pão com tomate e sair com amigos. Foi uma etapa estupenda que {disfruté} muito.