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El vento impede controlar os fogos ativos em Toledo e Madrid

La vaga de calor chegou a seu fim mas ainda persistem as altas temperaturas. Em {Tarragona} os bombeiros tinham ontem à noite quase estabilizado o incêndio

 

Vista do incêndio que se propaga pelas localidades madrilenas de Cadalso dos Vidros e {Cenicientos}. - EFE / EUROPA PRESS / ALEJANDRO GARCÍA

EFE
01/07/2019

El calor e o vento dificultavam ontem o controlo do incêndio que afeta à Comunidade de Madrid e a província de Toledo, enquanto em {Tarragona} os bombeiros confiavam em dar por controlado ontem à noite o fogo e sim melhorou a situação dos incêndios ativos em Ávila, que poderiam ter sido provocados.

Por seu lado, a primeira vaga de calor do verão chegou este domingo a seu fim após cinco dias sufocantes que causaram dois mortos -um jovem de 17 anos em Córdoba e um homem de 93 anos em Valladolid- e recordes de temperaturas em muitas províncias, mas o calor persistirá no arranque da semana e manterá baixo/sob/debaixo de aviso hoje segunda-feira a doze províncias.

Os termómetros têm descido este domingo e seguirão/continuarão essa tendência amanhã, jornada na qual os únicos pontos que seguirão/continuarão com temperaturas próximas aos 40 graus -e por isso baixo/sob/debaixo de aviso de nível meio, laranja- são o {Pirineo} e a depressão central de Lleida, em Catalunha; e o sul de Huesca, a zona ocidental de Zaragoza e o {noroeste} de {Teruel}, em Aragão. Será um início de semana cálido mas afastado da situação de vergonha generalizada {reinante} desde na quarta-feira.

SEM CONTROLAR / El fogo que desde este passado sexta-feira se estende por {Almorox} (Toledo) e as localidades madrilenas de Cadalso dos Vidros e {Cenicientos} tem obrigado a cortar/fechar troços de quatro estradas madrilenas (a M-541, M-542, M-507 e M-546) e a evacuar a umas 40 pessoas da condomínio {Alberche} do Azinhal, que se unem às do parque de campismo de Cadalso.

Não se esperava que o fogo pudesse ser controlado ontem à noite, devido ao calor e a intensidade do vento, explicou a delegada do Governo na Comunidade de Madrid, Paz García Vera, que assinalou que o incêndio tem arrasado já 4.000 hectares. Esta cifra foi, não obstante, diminuída por Emergências 112 da Comunidade de Madrid, que calcula em 2.700 as hectares calcinados até ao momento.

«Gostaria dizer que no dia de hoje (por ontem) pudesse ser controlado mas tudo parece indicar que vai ser {materialmente} impossível que o fogo se controle», assegurou García Vera, após visitar o ponto de controlo do operacional/operativo. O mesmo achou o presidente em funções da Comunidade de Madrid, Pedro Rollán, que ido ao centro de controlo do incêndio, em {Cenicientos}, onde disse que é «{materialmente} impossível» que o fogo fora controlado este domingo por sua virulência e porque está «jogo/partido em dois flancos».

La Comunidade de Madrid tem ativado o nível 2 do plano de emergências contra incêndios e na zona trabalham perto de 500 efetivos entre bombeiros, membros da Unidade Militar de Emergências, guarda civis, o {Summa} e agentes florestales, para além de 14 meios aéreos, entre eles três hidroaviões do Ministério de Agricultura e um helicóptero de coordenação.

Enquanto, os bombeiros confiavam em dar por controlado ontem à noite o incêndio que se declarou na quarta-feira na Ribeira d’{Ebre} ({Tarragona}) e as Administrações trabalham num plano de choque para impulsionar uma zona na qual têm ardido umas 6.000 hectares. Os bombeiros da Generalitat também têm estabilizado o incêndio de vegetação agrícola que se declarou ontem em Talavera (Lleida), após queimar umas 40 hectares, e que poderia ter sido originado por uma máquina ceifeira.

Na cidade de Toledo ficou controlado às 8.34 horas da manhã o incêndio florestal iniciado na sexta-feira nas arredores da capital, após queimar umas 1.600 hectares. Em Castela e Leão, o conselheiro em funções de Fomento e Ambiente, Juan Carlos Suárez-Quiñones, assinalou que acredita que detrás de os incêndios ainda ativos em Ávila está «a mão do homem».

La Junta tem diminuído o nível de perigosidade dos incêndios que ainda seguem/continuam ativos nos municípios {abulenses} de El Areal, {Gavilanes} e Pedro Bernardo, todos na vertente sul da serra de {Gredos}, dentro da região do vale/cerque do Tiétar. Suárez-Quiñones confiou em que o incêndio de {Gavilanes}, com um perímetro de 10 quilómetros, ficasse ontem estabilizado, enquanto em Pedro Bernardo se mantém o nível 1 de perigosidade.