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Uma perita qualifica de erro que as mulheres aceitem o trato das minorias

 

EFE
17/03/2019

A perita argentina {Rita} {Segato} qualificou ontem como um «erro» na luta contra a violência de género que as mulheres tenham aceite ser consideradas minoria, e apresentou avançar até o termo de «{femigenocidio}» para {visibilizar} este tipo de crimes em países açoitados por «guerras sem nome». «Temos aceite que somos uma minoria e ao aceitarlo somos uma minoria política, jurídica, ou seja, um interesse/juro parcial. ¿Desde quando nosso problema é um problema não universal?», se perguntou esta antropóloga e perita em direitos das mulheres e violência.

{Segato}, quem participou ontem em Washington no encontro Assassinato de mulheres e meninas por razões de género, promovido pela Organização de Estados Americanos ({OEA}), considerou esta situação um «erro». «Essa violência é o viveiro, a {incubadora} de todas as outras formas de violência», sentenciou {Segato}, quem chamou a «mover o apartamento de muitas certezas e de muitas crenças e também de muitas formas de atuar». Explicou {Segato} que o crime de género é considerado «menor», o que, no seu entender, «afeta o cumprimento das leis». Igualmente pronunciou-se a favor de que se avanço até a noção de «{femigenocidio}», como uma violência na qual «não há personalização do crime», mas trata-se de um «crime genérico» onde «um {mandante} e um grupo, uma corporação armada, {victimiza} a muitas mulheres». «Essa mulher é desconhecida, quando é captada, sequestrada e torturada até à morte», relatou {Segato}, ao assegurar que esta situação se vive em lugares como Cidade {Juárez} (México) ou em países onde existem «guerras sem nome», como os afetados pelas {maras} ({pandillas}). «Nenhuma guerra hoje começa ou termina porque se algum país declarasse formalmente uma guerra estaria sujeito ao direito humanitário», advertiu em sua conclusão.