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Um tóxico conhecido desde a antiguidade

 

07/11/2019

O mercúrio é um elemento químico que faz parte da composição natural da casca terrestre, principalmente como mineral de {cinabrio} ({sulfuro} de mercúrio) ou bem como impureza de outros minerais como a {pirita} ({sulfuro} de ferro). Se liberta ao meio ambiente através de processos naturais como consequência da atividade vulcânica e a erosão das rochas mediante a ação da água e o vento.

No entanto, também pode libertar-se devido à ação do homem através de numerosas atividades como a indústria, a minaria, queima de combustíveis fósseis, eliminação de resíduos, etc. O mercúrio tem tido, e ainda tem, numerosas aplicações como pinturas, vacinas, amálgamas dentárias, baterias e pilhas, candeeiros {fluorescentes} e de baixo/sob/debaixo de consumo, aparelhos elétricos e eletrónicos, aparelhos de medida (termómetros e barómetros), etc.

Os efeitos tóxicos do mercúrio se conhecem desde a antiguidade, mas foi em 1968, a causa de a poluição da baía de {Minamata} (Japão) por vertido de mercúrio procedente duma indústria química, quando se relacionou sua toxicidade com o consumo de pescado poluído.

A primeira avaliação do risco pela ingesta de mercúrio disponível a nível internacional foi realizada pelo Comité de Peritos {FAO}/OMS no ano 1972. Desde então, se tem {reevaluado} em várias ocasiões para adaptá-la às numerosas publicações cientistas que se geram anualmente sobre/em relação a este contaminado. A forma mais tóxica deste elemento químico desde o ponto de vista médico é o {metilmercurio}, e afeta ao sistema nervoso central em desenvolvimento. Também se têm observado efeitos sobre/em relação a o lucro de peso.