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Um novo pecado, o ecológico

 

27/10/2019

Após três semanas de intensos debates sem público, o documento final do sínodo arranca com uma longa denúncia que ocupa vários capítulos contra a violência e os «predadores» da Amazónia, como nenhuma instituição mundial, nem sequer a ONU, tinham realizado nunca.

«Detrás de tudo isto estão os interesses económicos e políticos de sectores dominantes, com a cumplicidade dalguns governantes e dalgumas autoridades indígenas», afirma o documento, que convida a «ouvir a {Amazonía}» e «aprender dela». Os científicos/cientistas que participaram no sínodo afirmaram que «um 17% da selva amazónica foi {deforestada}» e que de seguir/continuar assim «se ameaça a {superviviencia} de tudo o ecossistema mundial».

«O momento presente da Igreja é uma oportunidade para diferenciar-se das novas potências {colonizadoras}, ouvindo aos povos/povoações amazónicos», escrevem os bispos, que propuseram a introdução do «pecado ecológico como uma ação ou omissão contra Deus, contra o próximo, a comunidade e o ambiente».

O documento também propõe «criar ministérios para o cuidado da casa comum na Amazónia, dedicados a cuidar o território e as águas juntamente com as comunidades indígenas, e um ministério de acolhimento para os deslocados de seu território até as urbes». Estes novos se somariam aos já existentes ministérios laicos, como os de comentar a Palavra de Deus, serviço ao altar, comunhão dos doentes, e acompanhamento espiritual. R. D.