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O terceiro pior país de Europa

 

11/10/2019

Tanto/golo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económicos (OCDE), como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Comissão Europeia têm repreendido a Espanha reiteradamente por seu baixo/sob/debaixo de nível de impostos ambientais. No 2017, era o terceiro país da UE que menos arrecadava por este conceito/ponto em percentagem do PIB. O 1,6% face à média/meia do 2,4%, quando todos os barómetros de opinião situam a Espanha à cabeça dos países com mais sensibilidade ambiental. Mesmo duas semanas atrás uma sondagem do Instituto/liceu {Elcano} cifrava em perto do 60% o número de espanhóis dispostos a pagar este tipo de taxas. Os partidos espanhóis não se atrevem a dar o passo. No pacto de Governo Pedro Sánchez-Albert Rivera frustrado por Pablo Iglesias figurava um imposto ao CO2 que posteriormente desapareceu dos programas eleitorais. O tentativa de Sánchez de começar a equiparar os impostos do diesel com os da gasolina levantou contra uma furibunda campanha que o qualificou de {impuestazo} apesar de seus modestos objetivos. Se calhar tenha chegado o momento de implantar em Espanha um imposto ao CO2 que não castigue às classes mais desfavorecidas. A lista de alternativas é longa.