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Ser o pai genético do seu filho, o repto/objetivo da reprodução assistida

O biólogo {Nuno} Costa-{Borges} difunde um ensaio piloto que fez na Grécia. Já houve um nascimento e em finais de neste mês está previsto um segundo

 

Dois peritos trabalham numa clínica de reprodução assistida. - {RICARD} {CUGAT}

EFE epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
25/10/2019

Aumentar as possibilidades de que os pacientes possam ser os pais genéticos dos seus filhos é o principal repto/objetivo das novas técnicas de reprodução assistida e que se estão debatendo em Cáceres no X Congresso Nacional de {Asebir}, a Associação para o Estudo da Biologia da Reprodução.

Neste encontro, que conta com a assistência de quase meio milhar de especialistas, se tem posto de manifesto que quase o 10% dos ciclos de reprodução assistida precisam da doação de óvulos e espermatozoides, o que «mesmo sendo uma opção eficaz, deixa ao paciente sem a possibilidade de que seu filho ou filha partilhe seu material genético».

Segundo informou a organização em nota de imprensa, uma destas novas estratégias que preserva a herança genética é a de transferência do {huso} materno desenvolvida pelo laboratório espanhol {Embryotools}.

O biólogo {Nuno} Costa-{Borges}, diretor científico/cientista deste laboratório e membro da equipa de investigadores que está a desenvolver o ensaio piloto com esta técnica na Grécia, apresentou os resultados disponíveis até ao momento com esta alternativa, que está em fase experimental.

Este ensaio piloto conseguiu neste ano «um marco» ao registar o nascimento na Grécia do primeiro bebé do mundo através de esta técnica para solucionar problemas de fertilidade.

Agora, Costa-{Borges} anunciou no quadro do Congresso que está previsto que um segundo nascimento se produza neste mês.

Além disso, nesta linha, o investigador José Vicente Medrano, do Instituto/liceu de Investigação Sanitária a Fé de Valência, explicou que os focagens básicas de medicina {regenerativa} que permitem a criação de gâmetas funcionais têm ganho atenção nos últimos anos. Durante sua palestra apresentou os resultados do programa experimental que estão a desenvolver para {preservDos} {tar} a fertilidade em meninos com cancro a partir de células-mãe testiculares.

«{Realizamos} uma {biopsia} testicular antes de que os meninos se submetam a quimioterapia e {conservamos} as amostras de tecido são para que os testículos voltem a produzir espermatozoides quando os meninos cheguem a adultos», informou este perito.

Mediante esta estratégia, se procura melhorar a qualidade de vida destes pacientes quando alcancem a idade reprodutiva.

Segundo Medrano, até ao 15% das pessoas do mundo em idade reprodutiva podem ver-se afetadas pela infertilidade, o que representa um impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes.

{Asebir} assinala que, segundo dados de 307 centros especializados, cada ano nascem em Espanha mais de 37.000 bebés graças à reprodução assistida e que Espanha é líder na Europa em número de tratamentos em reprodução assistida.