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Saúde fornecerá um sensor a diabéticos para evitar picadas/pontadas

{Carcedo} estuda se proibir fumar nos carros e financiar os fármacos antitabaco. Também se acordou o plano de emergência de abastecimento dos medicamentos

 

Uma mulher e sua filha diabética, com um sensor que mede os níveis de glucose, no passado mês de novembro. - ROBERT RAMOS

PATRICIA MARTÍN epextremadura@elperiodico.com MADRID
09/05/2019

El Consejo {Interterritorial} de {Salud} aprobó ayer el pago por parte de la sanidad pública de los sistemas de {motorización} de glucosa tipo flash, que se {adhieren} à pele e evitam que os diabéticos tenham que picar-se para conhecer seu {glucemia}, a todos os pacientes com diabetes tipo 1, isto é, aqueles doentes cujo páncreas não produz insulina.

El passado setembro já se acordou financiar o dispositivo para os menores de 18 anos, bem como para o grupo de pacientes adultos que requerem uma terapia intensiva de insulina (com multiplas doses diárias ou bomba de insulina) e realizar pelo menos seis punções ao dia. Trata-se de doentes com deficiência visual, pacientes com {hipoglucemias} de repetição e grávidas. A partir de agora e antes do 31 de Dezembro de 2020, se pagará e administrará o sensor ao resto dos pacientes que o necessitem.

MAIS DE 60.000 BENEFICIÁRIOS / Saúde calcula que a medida beneficiará a 53.723 adultos, que se somam aos 13.250 menores que já contam com o inovador dispositivo, que reduz até num 55% os episódios de {hipoglucemia} grave.

Também, o Consejo Interterritorial aprovou o Plano de garantias de abastecimento de medicamentos, que contempla uma «revisão da política sancionadora» com o fim de impor multas às farmacêuticas que sejam consideradas culpados da escassez dalgum produto. Nos últimos meses se tem detetado a falta de quase 400 fármacos, se bem a ministra de Saúde, María Luisa Carcedo, insistiu ontem em lançar uma mensagem de tranquilidade à cidadania dado que «não existe nenhuma doença sem tratamento».

Por outro lado, embora não foi um dos temas tratados na reunião com os conselheiros autonómicos, a ministra reconheceu que o Governo está a estudar, entre outras «muitas medidas», a proibição de fumar nos carros, depois de/após que se tenha filtrado um documento de trabalho com as comunidades no qual se analisa também a possibilidade de financiar os tratamentos contra o tabaco, cujo consumo, apesar da lei antifumo, continua a ser elevado. El 24,4% da população fuma. Mesmo assim, Carcedo pediu «acalma» e recordou que as medidas se estão acordando também com a União Europeia.

El ponto mais polémico da reunião foi a distribuição de centros que proporcionarão as inovadoras terapias {CAR}-T contra alguns tipos de cancro.

Catalunha terá cinco hospitais onde se oferecerá este tipo de revolucionária {inmunoterapia} a pacientes com leucemia ou linfoma, enquanto outras autonomias não terão nenhum. Por isso, autonomias como Madrid, Castela e Leão e Navarra mostraram sua desconformidade, enquanto os conselheiros do PP criticaram a Carcedo por convocar uma reunião do Consejo Interterritorial enquanto o Executivo está em funções e com uma campanha eleitoral às portas.

No caso da Extremadura, o conselheiro do ramo, José María Vergeles, deixou claro dois coisas: a segurança dos pacientes e que estes possam aceder «numa situação de equidade» às terapias {Car}-T. «Temos de bater palmas a segurança com a que temos acreditado os centros e exigir, ao mesmo tempo, que isto se reveja num prazo máximo de seis meses para que vejamos se o acesso está a ser igualitário por parte dos pacientes, independentemente da comunidade na qual vivam», reiterou.