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Saúde eleva de três a 10 anos a idade para consumir atum vermelho

Na lista do ministério se incluem outras espécies como peixe espada, tubarão, {lucio} e o imperador . Recomenda limitar sua ingesta a grávidas e até os 14 anos pela presença de mercúrio

 

Venda de atum numa peixaria. - {ELISENDA} {PONS}

REDACCIÓN
07/11/2019

A Agência Espanhola Segurança Alimentar e Nutrição ({AESAN}), dependente do Ministério da Saúde, tem atualizado suas recomendações de consumo de pescado pela presença de mercúrio. Eleva de três a 10 anos a idade recomendada para o consumo de vários tipos de pescado com alto conteúdo em mercúrio (como por exemplo o atum vermelho), para além de manter o conselho de que também não as grávidas o comam. Em seus novos padrões, as autoridades pedem limitar a ingesta de qualquer espécie de pescado a três ou quatro doses por semana na população geral, e sempre tentando variar entre pescados brancos e azuis.

Desta maneira, às mulheres grávidas ou que estejam planificando estarlo, bem como àquelas em período de lactação e aos meninos de até 10 anos, Saúde recomenda não consumir os tipos de pescado com alto conteúdo em mercúrio, como o atum vermelho (incluído o atum vermelho que se vende em lata), o peixe espada, o imperador, o tubarão ({cazón}, {marrajo}, {mielgas}, {pintarroja} e tintureira) e o {lucio}. Em meninos de 10 a 14 anos, apostam em limitar a 120 gramas ao mês a ingesta destes peixes.

«EVIDÊNCIAS» / Segundo o chefe de secção de Endocrinologia do Hospital do Mar de Barcelona, {Albert} {Goday}, nos últimos anos houve «evidências» de que os peixes que se encontram no alto da cadeia alimentar «acumulam substâncias contaminadas» das que depois o corpo não pode «desprender-se».

«Estes peixes –que costumam ser muito grandes pois têm comido a outros mais pequenos– contêm mais mercúrio, que é um metal tóxico, um contaminado. ¿E quando é perigoso o mercúrio? Quando se está formando o cérebro da pessoa. Temos evidências de que em mulheres grávidas ou meninos pequenos não é bom. E agora o ministério prolonga estas recomendações na população vulnerável», explica a este diário/jornal. Peixes como o atum vermelho, adverte {Goday}, estão muito na moda em cozinhas como a japonesa. Mesmo assim, matiza/precisa que, na população não vulnerável, o atum é «muito bom», já que contém as «gorduras boas». «Por isso em adultos não se recomenda que não se coma».

Por seu lado, o médico Antonio Becerra, membro da Sociedade Espanhola de Endocrinologia e Nutrição ({SEEN}), explica que anúncios como o facto/feito público agora pelo ministério são «chamadas de atenção» que se fazem «continuamente». Segundo ele, não há motivo para a alarma.

TIPOS DE PESCADO / Em meninos de 10 a 14 anos, Saúde recomenda três ou quatro doses por semana de espécies com baixo/sob/debaixo de e meio conteúdo de mercúrio, como o {abadejo}, a {anchoa}/{boquerón} {arenque}, o bacalhau, a {bacaladilla}, o {berberecho}, a {caballa}, o lula, o camarão, o {cangrejo}, a {cañadilla}, o {carbonero}/{fogonero}, a tenda, o {chipirón}, a {chirla}/amêijoa, o {choco}/sépia/{jibia}, a camarão-tigre, a {coquina}, a dourada, o {espadín}, a gamba, o carapau, a {langosta}, o {langostino}, o linguado europeu, a {limanda}/{lenguadina}, a robalo, o mexilhão, {merlan}, a pescada/{pescadilla}, a navalha, o {ostión}, a {palometa}, a solha, a {pota}, o polvo, a {quisquilla}, o salmão atlântico/salmão, o salmão do Pacífico, a sardinha, a {sardinela}, a {sardinopa}, a {solla} ou a truta.

Saúde também recorda, apesar de estas recomendações, que comer pescado é «seguro, saudável e recomendável». «Na legislação alimentar europeia existem limites máximos de mercúrio que são de obrigado cumprimento e que, controlados pelas autoridades sanitárias, garantem um consumo convicto de alimentos pela população», tranquiliza. Defende que o consumo de pescado implica efeitos benéficos para a saúde, já que «dá energia, é uma fonte de proteínas de alto valor biológico e contribui à ingesta de nutrientes essenciais como o iodo, o {selenio}, o {calcio} e as vitaminas A e D». «Também tem um bom perfil {lipídico} proporcionando azedos gordos {poliinsaturados} de cadeia longa {omega}-3, que é um componente dos {patrones} dietéticos associados com a boa saúde, e poucos azedos gordos saturados», conclui Saúde.