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Saúde anuncia um telefone de ajuda contra o suicídio

 

REDACCIÓN MADRID
28/03/2019

«As condutas suicidas se podem previr». Com esta máxima, a ministra de Saúde, María Luisa Carcedo, anunciou ontem que seu departamento trabalha na posta em marcha de um telefone público e gratuito, similar ao 016 de atenção às vítimas da violência machista, que possa ajudar às pessoas que planeiem suicidar-se. O recurso verá a luz se após as eleições chega a aprovar-se a Estratégia de Saúde Mental desenhada pelo Governo socialista de Pedro Sánchez e que, pela primeira vez, inclui um plano integral de prevenção do suicídio.

Este fenómeno é a primeira causa de morte por fatores externos em Espanha e se tem multiplicado nos últimos anos. No 2017 se {suicidaron} 3.679 pessoas, quase o dobro das que faleceram por acidentes de viação. E, segundo a Organização Mundial da Saúde, cada suicídio afeta pelo menos a seis pessoas. São os chamados sobreviventes, o ambiente da vítima que fica, após o tragicómico acontecimento, muito afetado psicocomo é lógico.

Apesar da magnitude das cifras, até agora nenhum governo tem posto em marcha uma estratégia nacional de prevenção.

ATRASO PELAS ELEIÇÕES / O Executivo de Sánchez marcou este objetivo entre seus deveres, mas o avanço/adiantamento eleitoral tem impedido que, por enquanto, veja a luz. Mesmo assim, para mostrar seu acordo/compromisso com este problema, a ministra de Saúde assistiu ontem a umas jornadas nas que garantiu que «as estatísticas [sobre/em relação a suicídio] devem ser um estímulo para tombar-se na prevenção».

Carcedo fez um apelo a «desmontar mitos», como o de que falar do suicídio «aumenta o risco de condutas suicidas». «Temos de quebrar o silêncio e falar do suicídio para que deixe de ser um problema oculto», declarou a ministra.