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A primeira vacina provada em humanos dá bons resultados

‘The Lancet’ se faz eco da primeira fase de um ensaio chinês em 106 pacientes sãos. Os peritos avisam de que «estamos longe de uma solução disponível para todos»

 

VALENTINA RAFFIO epextremadura@elperiodico.com BARCELONA
23/05/2020

Já começam a chegar os primeiros resultados dos ensaios clínicos à procura de uma vacina contra a {covid}-19. A revesta The Lancet acaba de publicitar o resultado do estudo do Instituto/liceu de Biotecnologia de Pequim no qual se aponta à segurança e à eficácia de um candidato a vacina.

Os primeiros resultados, publicados apenas um mês depois de/após iniciar/dar início o experimento, sugerem que o composto consegue gerar uma resposta imune a partir dos 28 dias desde/a partir de sua injeção. Estas conclusões, ainda preliminares, resultam promissoras para seguir/continuar investigando. Mas não implicam que já tenhamos dado com uma vacina.

Estes resultados correspondem a um dos primeiros projetos iniciados e que, hoje em dia, segue/continua na primeira fase de investigação. O estudo contou com 108 participantes de entre 18 e 60 anos, {reclutados} na cidade chinesa de {Wuhan}, epicentro da pandemia. Cada um deles recebeu uma dose do composto experimental e, posteriormente, passaram por revisões médicas e exames de sangue jornais para analisar se o fármaco estava fazendo efeito.

em duas semanas / No proporcione que publicaram ontem os responsáveis do estudo se indica que esta vacina conseguiu gerar uma certa resposta imune a partir das duas semanas. E após 28 dias se observou que a maioria dos participantes tinha experimentado um importante aumento dos anticorpos específicos contra o {SARS}-{CoV}-2 e células T, as duas «barreiras naturais» do corpo para fazer frente a um vírus. Paralelamente se registaram efeitos adversos entre leves e moderados. Estas conclusões darão pé a seguir/continuar investigando este composto que, por agora, mostra-se eficaz e seguro. Nas seguintes fases se testará em 500 pacientes mais.

RESULTADOS PRELIMINARES / «Estes resultados devem interpretar-se com cautela. Os desafios no desenvolvimento duma vacina contra o {covid}-19 não têm precedentes, e a capacidade de desencadear estas respostas imunitárias não necessariamente indica que a vacina protegerá aos humanos do {covid}-19. Este resultado mostra uma visão promissora para o desenvolvimento das vacinas contra o coronavirus, mas ainda estamos muito longe de que esta esteja disponível para todos», adverte {Wei} {Chen}, do Instituto/liceu de Biotecnologia de Pequim.

O relatório/informe também recorda que as respostas mais contundentes não chegarão até ao 30 de Dezembro de 2020 (quando previsivelmente acabarão as provas). Ainda nessa altura, terá que esperar a 20 de Dezembro do 2022 para dá-lo por concluído este estudo, assinalam.