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Os parques de lazer olham ao turismo nacional

O sector se {vuelca} em atrair ao público autóctone numa época que será curta. Os recintos serão adaptados para que seja possível respeitar as distâncias entre usuários

 

Uma atração {adrenalítica} de {Terra} Mítica, em {Benidorm}. - MIGUEL LORENZO

JULIA CAMACHO epextremadura@elperiodico.com SEVILLA
10/05/2020

En um verão atípico no qual muitos cidadãos não sabem se poderão sequer mudar de comunidade, muitas famílias põem seus olhos nos parques de lazer, que se perfilam como a grande atração turística da época estival para aqueles que têm filhos. Apesar da incerteza de não saber ainda quando poderão abrir, os diferentes parques de atrações repartidos por tudo o país afirmam estar prontos/espertos e com protocolos de segurança preparados, e confiam em poder/conseguir salvar ainda o verão, sua época mais forte, com o turismo nacional. «As pessoas leva tempo confinada e terá muita vontade de sair e usufruir, e de fazer atividades em família», explicam desde/a partir de Parques Reunidos, uma das grandes companhias do sector que engloba 15 recintos de lazer. Seus responsáveis apostam além disso por seus enormes espaços ao ar livre como um valor em alta para ganhar-se a confiança do visitante.

O sorteio duma bilhete dobro para {Port} Aventura, o principal parque espanhol quanto a faturação e afluência, tem revolucionado estes dias as redes. Uma iniciativa que permite augurar esse imã de visitantes que suporão os parques de atrações este verão. Desde/a partir de o {tarraconense} se limitam a assinalar, sem entrar em muitos detalhes, que, embora estão convencidos de que «terá que implementar mudanças» no relativo às medidas de higiene e prevenção, se conta «com a estrutura e a capacidade necessária para que a abertura se produza tão rápido como as autoridades o permitam».

Os responsáveis de parques de atrações consultados explicam que o repto/objetivo é atrair ao público nacional, especialmente nas zonas do levante mediterrâneo, mais dependentes do mercado estrangeiro. A manutenção da distância social entre as famílias visitantes é a base sobre/em relação a a que se perfilam esses protocolos de segurança, e não tanto/golo sobre/em relação a a limitação de lotação. «O controlo do lotação é complexo porque cada parque é diferente, um zoo é como ir passeando por O Retiro, sem pressas e parando't a ver cada instalação, mas noutros com atrações sim se dá maior/velho valor ao tempo», reflete Diego Gracia, gerente regional de Espanha e Itália de Parques Reunidos.

LOTAÇÃO / O problema, acrescentam algumas fontes, é que se lhes considera no mesmo grupo que um concerto ao ar livre ou um jogo/partido de futebol quanto a aglomeração de pessoas: «Não somos nem um nem outro». Além disso, muitos dos parques recebem já habitualmente uma quantidade/quantia de visitas muito abaixo de sua capacidade, pelo que asseguram que poderão manejar esse distanciamento sem problemas. «Também não teria muito sentido limitar a lotação por exemplo a 1.000 pessoas mas que logo todas elas se concentrem perante uma mesma atração», sublinha. Incide em tratar-se sobretudo de gerir os fluxos de pessoas pelo parque, por exemplo, limitando as caudas de espera nas atrações e o número de pessoas.

Os responsáveis dos parques apelam ao sentido comum tanto/golo de visitantes como de empregados e a sua consciencialização na necessidade de manter medidas de proteção individual básicas como o uso de máscaras. A desinfeção das instalações, por exemplo nos pontos de maior/velho concentração como miradouros ou papeleiras, é outro dos pontos chave a controlar face a a abertura. O presidente de {AEPA} e diretor gerente de Ilha Mágica (Sevilla), Guillermo Cruz, aponta que não todas as atrações necessitarão uma desinfeção contínua entre passe e passe. «O que se apresenta mais fácil e seguro é um lata de {gel} à bilhete e à saída», acrescenta.

DESINFETAR / «Não todas as atrações som iguais», justifica Gracia. Nas mais familiares ou infantis, de menor velocidade, esclarece, «o mais importante será que os clientes se desinfetem as mãos antes de entrar aos veículos e que levem as correspondentes máscaras como recomendação, e se desinfetarão cada um determinado número de ciclos, não será necessário após cada passe». O repto/objetivo se apresenta, pois, nas de mais adrenalina, como as montanhas russas, onde «será mais complexo porque não podes levar máscara, sairia voando, aí sim que terá desinfeção após cada passe». «É mais bem analisar que tipo de atividades ou experiências vão a poder/conseguir dar, e aquelas que requeiram aglomerações de pessoas não poder-se-ão realizar até que não {entremos} numa fase na qual não seja necessário o distanciamento», acrescenta.

Evidentemente, estas medidas de prevenção suporão mudanças e {ralentizarán} os fluxos nos parques, mas os gestores dão por facto/feito que não suporão um problema porque o visitante vai consciencializado. Também, se fomentarão iniciativas para evitar o máximo contacto possível, desde/a partir de descontos na compra por internet para evitar aglomerações nas bilheteiras a potenciar o pagamento com cartão bancárias ou telemóvel tanto/golo na bilhete como nos pontos de venda de comida/almoço.

Sobre/em relação a esta última questão, acrescentam os consultados, não ficará mais remédio que acolher-se à regulamento dos restaurantes, de novo apelando à vantagem que supõe ter um maior/velho espaço exterior para facilitar a distância entre mesas.