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O Papa {echa} por pedofilia ao cardeal {Pell}, número 3 do Vaticano

 

REDACCIÓN MADRID
27/02/2019

O papa Francisco confirmou ontem cautelarmente a proibição do exercício público do ministério sacerdotal e o contacto com menores de idade ao cardeal australiano George Pell, condenado por abusos sexuais a menores por um tribunal em Melbourne. «Para garantir o curso da justiça, o Papa confirmou as medidas cautelares já dispostas ao cardeal Pell desde que regressou a Austrália, ou seja, que em espera de que se confirmem definitivamente os factos/feitos, a Pell se lhe proíbe de maneira cautelar o exercício {publico} do ministério sacerdotal e como norma, o contacto em qualquer modo e forma com menores de idade», disse o porta-voz do Vaticano, {Alessandro} {Gisotti}.

O religioso de mais alta categoria da Igreja australiana violou a um {monaguillo} de 13 anos na década de 1990 e abusou sexualmente de outro da mesma idade no prestigiosa colégio {St}. {Kevins}. O veredito foi emitido no passado 11 de Dezembro mas não se divulgou por razões legais. A confirmação do juízo se fez pública ontem, após a histórica cimeira de quatro dias no Vaticano para lutar contra a pedofilia. No domingo, nesse encontro vaticano, o Papa prometeu «uma luta em todos os níveis». No entanto, a ausência de medidas concretas e de sanções aos responsáveis irritou às vítimas. Para pôr a manifesto a sua vontade, o Vaticano anunciou que na segunda-feira ia a ter lugar uma reunião interministerial dedicada à proteção de menores, o «primeiro efeito concreto» da cimeira.

Desde sua imputação, o cardeal, que cumprirá 78 anos em Junho, só/sozinho foi afastado e «por motivos de idade» em Dezembro passado do Conselho de Cardeais (o chamado {C9}), o grupo encarregado de ajudar ao papa em suas remodelações.

O caso de Pell se tem que comparar inevitavelmente com o do cardeal e arcebispo emérito de Washington {Theodore} {McCarrick}, que recentemente foi expulsado do sacerdócio pelas graves acusações de abusos sexuais e de poder/conseguir.