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A novo regulamento de qualidade do pão tem entrado hoje em vigor

 

LUCÍA RUIZ SIMÓN (EFE)
01/07/2019

O pão continua a ser o símbolo por antonomásia da alimentação mas seu consumo tem descido um 50% nos últimos vinte anos; desde hoje segunda-feira viverá uma segunda juventude com uma nova norma de qualidade que se tem {amasado} para dar resposta a cerealíferas, produtores e consumidores.

O regulamento atualizará a vigente, de 1984, e seu primeiro efeito é que terá mais pães pelos que se paga o IVA superreduzido (4%), já que alarga a definição de «pão comum» e inclui produtos elaborados com farinhas diferentes à de trigo. Assim, já são pães comuns os elaborados com farinhas integrais, ou salvos, ou os que têm baixo/sob/debaixo de conteúdo em sal, e que antes se gravavam com um 10% de IVA.

Se tem limitado a quantidade/quantia de sal que deve ter o pão comum -1,31 gramas por cada 100-, o que adianta o que será uma obrigação a partir do 2022. O consumidor terá, além disso, mais segurança sobre/em relação a o que adquire, e por exemplo, para que um pão se possa chamar integral, tem que ter o 100% das farinhas com as que se tem elaborado de variedade integrais; se é somente uma percentagem, terá que indicarlo.

Na mesma linha, para poder/conseguir denominar-se «multicereal» ou «de masa mãe» têm que cumprir estritamente com os requisitos duma norma que foi publicada no Boletim Oficial do Estado do passado 11 de Maio.

Esta norma de qualidade tem mudanças substanciais relativamente a seu primeiro rascunho/esboço/minuta, e não tem suscitado unamimidade no sector do pão industrial, muitas de cujas {enseñas} se têm visto obrigadas a reformular receitas ou deixar de usar determinadas denominações comerciais. Desde as padarias artesãs mostram-se menos críticos, e como explica a {Efeagro} Begoña San Pedro, do estabelecimento {Migaña}, os clientes não notarão mudanças, pois «esta norma se nos fica curta».