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«Noutros países que vão mais rápido há {rebrotes}»

 

«Noutros países que vão mais rápido há {rebrotes}» - JOSÉ LUIS ROCA

MANUEL VILASERÓ / SARA LEDO epextremadura@elperiodico.com MADRID
23/05/2020

Teresa Ribera (Madrid, 1969), a vicepresidenta do Governo para a Transição Ecológica e Repto/objetivo Demográfico nos recebe após ter posto em marcha o plano de {desescalada} do confinamento e quando sua lei de Alterações Climáticas está prestes a chegar ao Congresso.

--O debate que {polariza} a {desescalada} centra-se em seu ritmo. Não só/sozinho Madrid quis ir mais rápido por razões económicas. Também Itália tem anunciado um fim antecipado do confinamento apesar de que vai pior que Espanha.

--O Governo fez uma aposta decidida pela saúde dos espanhóis na hora de ponderar os {distitntos} bens em jogo, com a convição, além disso, de que a recuperação da segurança sanitária favorece que a recuperação económica se produza antes que se há dúvidas sobre/em relação a como pode evoluir o vírus. É uma aposta, além disso, apoiada pela grande maioria da sociedade.

--¿Mas não podemos acabar sendo o país mais castigado pela crise se somos os últimos em {desconfinar}?

--Nosso plano dá segurança e rapidez. Noutros países onde têm ido um pouquinho mais rápido estão tendo {rebrotes}, que geram também dúvidas nos investidores, entre os consumidores e inclusivamente entre os turistas, que som uma referência importante para a nossa economia. No caso de Madrid e Barcelona, se tem vivido com mais intensidade o contágio e a crise sanitária e é curioso como a reação dos dois governos autonómicos foi diferente.

--¿E a que atribui a diferente resposta?

--Houve uma atitude de prudência por parte da Generalitat e a Câmara Municipal de Barcelona. Em Madrid, depois de/após uma evolução bastante razoável, em linha com todos os demais, teve um {quiebro} inesperado. {Recordemos} que de manhã disseram que não estavam para passar e depois de/após falar com empresários decidiram que abria tudo e não se prestava atenção à segurança sanitária, com os profissionais contra. É um projeto pouco/bocado sólido. A maneira de resolver este assunto é reforçar o necessário, não empenhar-te em não ver a realidade.

--¿As unidades territoriais que cheguem a ‘a nova normalidade’, duas semanas depois de/após ter iniciado a fase 3, poderão receber/acolher turistas?

--Sim. Podemos imaginar perfeitamente que um cidadão de Badajoz possa ir a passar uns dias a Huelva, mas provavelmente os de Madrid não podem. Isso é o que no espaço europeu {llamamos} corredores seguros, conetar zonas com um nível de segurança e probabilidade estatística de contágio equivalente tanto/golo no origem como no destino. Portanto, mantendo todas as cautelas não tem porque é que ter problema. Em destinos ou procedências europeus é provável que se reproduza esse esquema.

--¿Podemos dizer que o 22 de Junho a Espanha que alcance a nova normalidade, por exemplo Canárias e Baleares, poderá receber/acolher turistas?

--Sim. Se tudo vai bem, como esperamos, é muito provável que se possa ativar essa chegada por meio de esses corredores seguros.

--¿Como será essa nova normalidade?

--Comportamentos cem por cento seguros não se podem dar até tanto/golo não tenhamos tratamento ou vacina e há muita incerteza relativamente a quando vai a acontecer isso. Para poder/conseguir convivir com o vírus mantendo-o a raia deveremos manter certas cautelas. A distância física entre pessoas, a limpeza de mãos, muito provavelmente vão a manter como recomendação para toda a gente. É algo que culturalmente supõe uma mudança para nosso país e em geral os países latinos. Manter a distância, o não beijar-nos, o não abraçar-nos, coisas que som muito quotidianas, muito naturais, farão parte das recomendações.

--¿Mas a hotelaria se seguirá/continuará regendo por lotações ou só/sozinho pelas distâncias?

--Nesse sector ou em praias, onde é complicado manter essa distância, terá que estabelecer limitações através da lei de Saúde ou regulamentos autonómicos, porque na nova normalidade, já não estaremos baixo/sob/debaixo de o estado de alarma.

--¿Vai seguir ajudando ao ministro {Illa} na {desescalada}?

--Ao início tinha que fazer uma reflexão de como {empezaríamos} a {desescalar} quando a curva se {comenzara} a {aplanar} e depois, apresentar o plano e começar a aplicá-lo, enquanto ele estava no desdobre de todas as políticas sanitárias. Lhe era muito {dificil} fazer as duas coisas, mas na fase na qual temos entrado, a {desescalada} passa a ser sua principal ocupação. A necessidade de acompanharle persiste e o vou seguir fazendo mas com outra intensidade.