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A miséria danifica a aprendizagem dos menores refugiados

Um estudo revela que a pobreza afeta à função cognitiva

 

Meninos sírios num campo da Grécia. - {AFP} / {LOUISA} {GOULIAMAKI}

REDACCIÓN
25/10/2019

A pobreza deixa mais pegada/marca que um trauma no cérebro dos meninos refugiados. Assim o conclui uma nova investigação na qual, pela primeira vez, se tem indagado sobre/em relação a que tipo de experiências afetam mais ao desenvolvimento das habilidades cognitivas dos menores deslocados pela guerra. Isto é, a sua capacidade de pensar de maneira {abstracta}, tomar decisões e ser feito planos complexos. Os resultados deste estudo, publicados na revesta cientista {Child} {development}, apontam a que a pobreza é o fator que mais piora a memória destes infantes. Mais que os traumas vividos pela guerra. Entre o 2015 e o 2016, uma equipa internacional de investigadores –vinculados à Universidade de Harvard e {Yale}, entre outras– estudaram a situação de 240 jovens refugiados sírios e 210 jovens jordanos não refugiados de entre 12 e 18 anos. Uns viviam em comunidades urbanas no norte de Jordania, perto de uma zona de guerra ativa, e os outros tinham estado no país durante os últimos três anos. Isto é, ambos tinham estado expostos tanto/golo a episódios de violência como à pobreza.

O estudo avaliou habilidades como a memória de trabalho (a capacidade de ter em mente os objetivos) e o controlo {inhibitorio} (a capacidade de opor-se a fazer coisas que não tem planeado). Os resultados obtidos apontam a que as condições de miséria à que se vêem expostos estes jovens refugiados é o fator que mais influi no desenvolvimento dalgumas de suas habilidades cognitivas. «Nossos resultados sugerem que as mentes dos jovens refugiados estão baixo/sob/debaixo de o assedio da pobreza», assinala {Kristin} {Hadfield}, professora de psicologia na Universidade {Queen} {Mary} de Londres e {coautora} do relatório/informe.

«Mesmo quando os adolescentes estão expostos a níveis muito altos de violência, é a pobreza o que mais influi em sua memória de trabalho. Isto sugere que as condições de vida dos refugiados adolescentes depois de/após ser deslocados podem ser mais importantes para o desenvolvimento de sua função cognitiva que sua exposição à guerra», acrescenta.