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Os ministros de Exteriores pedem não esquecer a saúde sexual

Instam a proteger a perspectiva de género e direitos reprodutivos

 

EUROPA PRESS
07/05/2020

Um total de 60 ministros de Exteriores, entre eles a espanhola {Arancha} González Laya, subscreveram uma declaração combina sobre/em relação a a proteção da saúde e os direitos sexuais e reprodutivos e a promoção da perspectiva de género na pandemia de {covid}-19, segundo informou ontem Exteriores.

A declaração avisa do agravamento das desigualdades para as mulheres e as meninas e alenta aos governos de todo o mundo a garantir o plenário/pleno acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Nela, avisam de que o financiamento destinada a estes direitos deve continuar a ser uma prioridade para evitar um aumento da mortalidade materna e {perinatal}, uma procura não coberta de contraacepção e um maior/velho número de abortos inseguros e doenças de transmissão sexual.

Também recordam o papel mundial de enfermeiras, parteiras e trabalhadoras sanitárias e sociais, que requerem equipas de proteção. «A segurança dos gravidezes e partos depende destes trabalhadores, de instalações adequadas e de um seguimento estrito da prevenção das infeções», dizem.

Comprometem-se, assim, a que todas as mulheres e jovens em idade fértil tenham acesso a produtos de saúde reprodutiva e pedem a todos os governos do mundo que assegurem o acesso plenário/pleno a serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Na mesma linha, o Governo espanhol decidiu apresentar diante da Assembleia Geral da ONU uma resolução sobre/em relação a o impacto da pandemia nas mulheres e as meninas. A ministra o falou ontem com seu colega filipino, {Teodoro} L {Locsin} {Jr}, e acordaram que os trabalharão juntos nisto.