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Os meninos, os mais sensíveis

 

26/10/2019

Os mais sensíveis às alterações são os meninos, já que esses mudanças de luminosidade e de horários pode afetar a suas condutas e ter um impacto a nível fisiológico, segundo Dolores Corella, diretora do grupo de investigação do Centro de Investigação Biomédica em Rede de Obesidade e Nutrição ({Ciberobn}) e conselheira da Fundação {Gadea} Ciência.

De facto, cada vez se concede mais importância à «{cronobiología}» (os ritmos biológicos dos seres vivos) e como afeta à saúde, e está já comprovado que as pessoas que trabalham de noite e as que mudam com frequência de horário sofrem mais riscos de diabetes, obesidade, doenças cardíacas ou alterações psicológicas como a depressão, informou a Fundação {Gadea}.

Avança o debate e se seguem/continuam acontecendo as mudanças horários, e diante da falta de consenso Europa tem atrasado até ao ano 2021 a anulação definitiva das mudanças, embora os países poderão escolher -antes de Abril do próximo ano- se permanecem no horário de verão ou mudam ao estabelecido durante o de inverno.

Espanha não tem tomado ainda uma decisão, mas o Centro de Investigações Sociológicas tem comprovado que o 65% dos cidadãos prefere o horário de verão. {raúl} casado/ {efe}