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Lâmpadas vermelhas se vai a polícia

 

Lâmpadas vermelhas se vai a polícia -

22/07/2019

Uma lâmpada de cor vermelho na quarto onde as exploram sexualmente alerta às menores {paraguayas} de que a polícia está registando o clube e devem esconder-se. Assim se o fazem saber seus captores, baixo/sob/debaixo de a ameaça de agredir a suas famílias no seu país de origem ou embargar-lhes seus bens. O resto do tempo, seus proxenetas as fazem visíveis e usam sua juventude como reclamo para atrair aos clientes.

Muitas {paraguayas} acabam prostituídas em apartamentos após cair no {señuelo} de agências de viagens que oferecem a seus familiares próximos um trabalho seguro em Espanha, dentro do sector do serviço doméstico ou na hotelaria. São jovens de famílias humildes, quase todas desconhecem o castelhano e falam {guaraní}.

Na maioria dos casos, lhes fazem assinar um documento de empréstimo de dinheiro, no qual se expõe a quantidade/quantia que se lhes presta e o tempo no qual devem de saldar a dívida. Se não pagam, lhes embargam suas propriedades ou bem a casa dalgum familiar. No 2017, as voluntárias de {Apramp} localizaram a dois menores {paraguayas} prostituídas. A última libertada em Espanha foi uma menor de 15 anos que estava sendo oferecida a vários {puteros} em Málaga. A Guardia Civil a libertou no ano passado.