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Os jovens não percebem/recebem perigo nos salas de apostas

 

EL PERIÓDICO MADRID
17/01/2020

Se o soubessem, muitos pais se levariam as mãos à cabeça: os jovens jogam e apostam com total normalidade e a assistência a salas de jogo e o jogo on line tornaram-se numa opção de lazer em grupo mais para os espanhóis de entre 18 e 24 anos que, nalguns casos, substitui a outras possibilidades como ir ao cinema. Além disso, os jovens não percebem/recebem que as perdas derivadas desta hobby/adeptos, que em muitos casos iniciaram sendo menores, suponham nenhum problema, mas «uma despesa de lazer ».

É a conclusão da investigação realizada pelo Centro Reina Sofía sobre/em relação a Adolescência da {FAD} (Fundação de Ajuda para a Toxicodependência) com o apoio da Delegação do Governo para o Plano Nacional sobre/em relação a Drogas, que analisa as perceções dos jovens de entre 18 e 24 anos sobre/em relação a os jogos de {azar}, diante da evidencia de que cada vez mais pessoas têm este hobby/adeptos e, por {ende}, está crescendo a jogatina. Segundo as últimas sondagens do Executivo, mais de um milhão e meio de pessoas jogam dinheiro on line (o 3,5% da população). No caso dos jovens, tem crescido quatro pontos a percentagem de aqueles que jogam por internet (de 6% a 10%) e quase 10 pontos o daqueles que o fazem de forma presencial (de 13% a 22%).

O início do hábito começa nessas salas, onde se pode jogar sem dinheiro real, por meio de cotas e passes de dinheiro fictício. Assim, os usuários começam a {engancharse} a idades muito precoces, dado que os próprios inquiridos assinalam que é «fácil saltar a lei» e entrar nos salas de jogo, apesar de que a legislação veta o acesso aos menores de idade. Após os inícios nas salas de jogo, o jogo on line «contribui à consolidação dos hábitos», segundo a {FAD}. As vantagens é que permite o anonimato e, portanto, saltar o limite de idade.