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Os iscas são as próprias mães

 

Os iscas são as próprias mães -

22/07/2019

Catalunha é a porta de entrada que utilizam muitas redes de exploração de menores de República Dominicana, segundo os dados de {Apramp}. Tudo começa em pequenas povoações e zonas rurais. Captadores das redes oferecem ajuda às raparigas para estudar ou um trabalho bem remunerado com o que possam tirar da pobreza a sua família. Elas terminam prostituídas, quase sempre em Madrid, Barcelona ou Valência.

Às vezes, são as mães das crias ou suas tias, que viajaram a Espanha e residem no país de forma regular/orientar, aqueles que facilitam a viagem das menores, mediante uma carta de convite. Seus exploradores as levam até ao aeroporto de Santo Domingo, onde continuam a rota em avião até Turquia. Muitas das vítimas descobrem o engano nada mais começar a viagem, quando já não há volta atrás.

Quando chegam a Espanha, após atravessar o sul de Europa, se as mantém «ocultas nos bordéis, em estadias diferentes a mulheres de maioria de idade recente», que costumam estar noutra planta do clube. Não costumam ter água quente nem ventilação. Só/sozinho saem à luz quando o cliente as procura. Dois menores dominicanas foram identificadas por {Apramp} no ano 2017.