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Imputado um ultra por vexar à vítima de ‘a {manada}’

O homem é muito ativo nas redes contra o feminismo e a imigração . {Tuiteó} uma fotografia tomada pelos violadores e a chamou «malandra bêbeda»

 

Protesto contra a primeira sentença de ‘a {manada}’, no 2018. - {FERRAN} {NADEU}

V. LOZANO / L. RENDUELES
22/08/2019

Difundiu uma imagem da jovem que foi violada por cinco homens durante os {Sanfermines} de 2016. E agora, o Tribunal/réu/julgado de Instrução número 3 de Pamplona o declarou investigado (imputado) por um delito contra a intimidade da jovem, segundo tem sabido esta diário/jornal. Este homem, {treintañero}, de Valladolid e de ideologia de extrema-direita, publicou o 6 de Dezembro de 2017 em sua conta de Twitter uma das imagens que os membros da {manada} fizeram à vítima durante a violação. A advogada da jovem, Teresa Hermida, sustenta que difundiu a instantânea «com ânimo de {menoscabar} gravemente sua intimidade».

Na imagem se pode ver à jovem enquanto é vexada por José Ángel Prenda, um dos condenados pelas agressões sexuais. Junto à foto, o agora imputado escreveu: «A jovem supostamente violada por #{lamanada} pediu que não se difunda esta imagem, porque se calhar pensemos que era uma malandra bêbeda. Mas como {íbamos} a pensar isso se se a vê superforçada a {lamerle} o {ojete} a um deles».

O homem, que se define como «republicano», «socialista», «{iberista}» e «{antisionista}», é muito ativo contra o feminismo e a imigração –esta mesma semana publicou: «Me a sua que se afoguem esses negros», em alusão aos imigrantes do {Open} {Arms}–, e costuma {retuitear} mensagens de Santiago Abascal e de {Vox}. «Deixa que os de {Vox} despertem aos espanhóis», escreveu numa ocasião. Segundo a acusação, publicou a foto «consciente de que tinha um carácter reservado, ao encontrar-se num procedimento judicial baixo/sob/debaixo de secreto de sumário e depois de/após que a Audiência de Navarra proibisse sua difusão». Seu ato ocasionou «uma grave lesão da intimidade da vítima, bem como para sua integridade moral, o que a obrigou a submeter-se a tratamento psicológico, abandonar seus estudos e inclusivamente a mudar-se durante mais de três meses ao estrangeiro». O tribunal citou ao homem a declarar como investigado, mas ele se acolheu a seu direito a não responder.

QUEIXA-CRIME POR INJÚRIAS / Sobre/em relação a ele pesa uma queixa-crime por injúrias interposta pela vítima no Tribunal/réu/julgado de Instrução número 12 de Valladolid que, o 5 de Julho, celebrou um ato de conciliação entre o acusado/arguido e a advogada da jovem. Ele reconheceu ser o autor do texto, mas rejeitou a «avaliação injuriosa» que se faz dele. Também não pediu perdão à vítima. O Tribunal de Instrução número 6 de Barcelona investiga também a um vizinho/morador de 40 anos que publicou informação pessoal da jovem num fórum da internet. Esse homem declarou que o único que fez foi pendurar uma captura de ecrã que tinha facto/feito doutra site. Isso sim, acrescentou um comentário: «Faltam {cojones}, {mariconazos}».