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O fumo e o anticiclone criam/acreditem ‘uma nuvem’ que cobre Extremadura

 

Aspeto que apresentava ontem Cáceres devido ao fumo. - JULIO HIDALGO

Imagen do denso fumo que cobriu ontem grande parte da Extremadura. - CRUZ VERMELHA

22/07/2019

O fumo gerado pelos incêndios florestais de Portugal unido às condições atmosféricas geraram ontem uma nuvem que cobriu boa parte da Extremadura e que em sítios onde tinha sido mais densa, como as Vegas Guadiana (Badajoz), provocou uma descida de temperatura de até quatro graus, indicou em declarações a Efe, o delegado territorial da Agência Estatal de Meteorologia ({Aemet}), {Marcelino} Núñez.

Extremadura amanheceu coberta pelo fumo que trouxe de Portugal o vento, acompanhado de cinza, cheiro a queimado e baixa visibilidade, uma nuvem mais intensa quanto mais ao oeste e que afetou a cidades como Badajoz, Cáceres e Mérida.

Mas o fumo por sim só/sozinho não tivesse criado estas condições, já que para formar essa nuvem deram-se umas determinadas condições atmosféricas de anticiclone e altas pressões. O primeiro fez de tampa do incêndio, o que é bom para lutar contra o fogo, segundo Núñez, já que o investimento de temperatura impediu que subisse o fumo ao encontrar-se em cima uma capa mais quente. Sem este tope o fumo poderia ter alcançado os sete ou oito quilómetros de altura, apontou.

No caso de que tivesse tido uma baixa pressão que fizesse de chaminé, a cinza e o fumo tivessem subido muito alto e não afetaria à população, que é a parte negativa da situação que se deu ontem, explicou.

As temperaturas se reduziram entre três e quatro graus nos sítios onde a nuvem tinha sido mais densa, como a região das Vegas del Guadiana, uma das zonas que estava em alerta laranja por altas {temperatuas}. EFE