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Extremadura estuda um plano para erradicar a hepatite C

 

REDACCIÓN MÉRIDA
26/10/2019

A Conselheria de Saúde e Serviços Sociais estuda um plano para erradicar a hepatite C da Extremadura, segundo o vice-presidente segundo e conselheiro do ramo, José María Vergeles.

«Temos um tratamento que cura e uma doença que, de não curá-la, pode ter consequências graves para a saúde, mesmo a morte», disse aos jornalistas em Mérida antes de intervir na abertura duma jornada cientista onde profissionais e especialistas sanitários têm refletido sobre/em relação a a eliminação do vírus da hepatite C ({VHC}) na Extremadura.

Vergeles declarou que esta reunião cientista permite fazer uma reflexão que sirva para começar a elaborar um plano de erradicação desta doença, segundo comunicado da Junta.

O também vice-presidente segundo explicou que desde há uns anos há tratamento para o {VHC} que permite a desaparição da doença e recordou a importante investimento realizado pelo Sistema Nacional de Saúde e também pelo Servicio Extremeño de Salud.

«Fomos a segunda comunidade que começou a tratar pacientes com {VHC} e nestes anos temos tratado a umas 1.600 pessoas com um investimento de à volta de 30 milhões de euros», assinalou.

O conselheiro apontou além disso que hoje em dia os tratamentos são «infinitamente mais baratos que faz uns ano».

Em 2012 tinha 45.000 euros por paciente e agora os custos são mais assuntíveis, pelo que afirmou que chegou o momento de introduzir «a tendência à erradicação, ao mesmo tempo que nos {adaptamos} à estratégia da Organização Mundial da Saúde com o objetivo 2030 de cifras de redução das consequências desta doença».

O futuro plano de erradicação não é algo que se possa fazer «de maneira indiscriminada a toda a população», precisou.

Neste sentido, indicou que há identificados uma série de grupos de risco, bem pelas condutas, por vulnerabilidade social ou porque estão num âmbito onde tem mais possibilidades de contrair o {VHC}. A estes grupos dirige-se o plano, que deverá ter agilização análise e a técnica do diagnóstico de um só/sozinho passo que o SES implantou em Cáceres.

Estima que 3.400 pacientes podem ter na Extremadura {xerología} positiva do vírus, embora logo terá que ver as análises para ver se está o {VHC} ou qual é sua situação, pelo que «será algo que temos que ir abordando de forma progressiva».