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Encontrada morta uma desaparecida após a confissão de seu namorado

Seu casal/par e outras duas pessoas encontram-se detidas desde na sexta-feira. O cadáver da jovem, de {Vinaròs}, foi localizado numa quinta de {Ulldecona}

 

Momento da detenção dum dos suspeitos do crime da jovem de {Vinaroz}. - EL PERIÓDICO

REDACCIÓN
08/04/2019

Após um mês de busca e dois dias depois da detenção de vários suspeitos, o cadáver de {Nelea} S., a jovem de 26 anos de {Vinaroz} ({Castellón}) que levava desaparecida desde o passado Fevereiro foi localizado ontem em {Ulldecona} ({Montsiá}). A confissão de seu namorado foi determinante para dar com o corpo sem vida da jovem: estava enterrado num {descampado} da população {tarraconsense} e apresentava signos de violência. Se se confirmam as suspeitas, {Nelea} poderia ser a vítima número 991 da violência machista em Espanha desde o 2003, o ano em que começaram a recolher-se dados oficiais.

A Guardia Civil, que investigava a desaparição da jovem, de nacionalidade {moldava}, e que nas últimas horas tinha detido a três homens alegadamente implicados, entre eles o namorado da jovem, confirmou ontem o achado. Os agentes têm efetuado estes últimos dias vários registos em {Vinaroz} e em {Ulldecona}, localidade situada a uns 20 quilómetros da primeira e onde vivem familiares do principal suspeito, de 22 anos e natural de Rumanía.

Segundo tem apontado a Guardia Civil, à falta de um última comparação pericial, o cadáver encontrado corresponderia com o da mulher de 26 anos cuja desaparição foi denunciada por seu colega sentimental o 7 de Março, quase 20 dias depois de/após sua desaparição (não se sabia nada dela desde o 17 de Fevereiro), no quartel de {Vinaroz}, a localidade onde residia a casal/par.

Perante as «estranhas circunstâncias» que rodeavam à desaparição», a Guardia Civil iniciou diferentes linhas de investigação no ambiente da vítima, diante da suspeita de que «a desaparição não tinha sido voluntária». Embora todas hipótese estavam nessa altura abertas, a principal apontava a que o namorado da jovem teria «algo que ver» com a desaparição.

Praticadas todas as gestões e «obtidos dados significativos sobre/em relação a sua alegada implicação», explicou ontem a Guardia Civil num comunicado, «na noite do passado sexta-feira, dia 5, se deteve ao colega sentimental da A investigação deu uma reviravolta importante com a incorporação do Plantel/elenco Central de Inspeções Oculares do Serviço de {Criminalística} de Madrid e de efetivos do Serviço {Cinológico}, que foram a apoiar à Unidade Orgânica de Polícia Judicial de {Castellón}. Como consequência dos «indícios relevantes e evidências obtidas», os investigadores chegaram até um paragem do concelho de {Ulldecona}, onde se encontraba «enterrado o cadáver duma mulher, que corresponderia com o da desaparecida».

A desaparição tinha tido lugar no passado 17 de Fevereiro na habitação que ambos partilhavam, ao que parece depois de/após manter uma forte discussão. As investigações continuam abertas para o total esclarecimento do acontecimento, e não se descartam novas detenções relacionadas com o mesmo. Não constam antecedentes policiais nem denúncias prévias da vítima sobre/em relação a violência machista, segundo a Guardia Civil.

As investigações foram dirigidas pelo Tribunal/réu/julgado número 4 de Instrução e Violência de Género de {Vinaroz}, que tem decretado o secreto das atuações.

O crime, que eleva a 16 o número de mulheres assassinadas por seus casais ou ex-companheiros desde no passado 1 de Janeiro em Espanha, foi duramente condenado pelo presidente do Governo, Pedro Sánchez, que transmitiu seu «carinho» aos familiares e seres caros da jovem, e em sua conta de Twitter lamentou que «o horror volta a golpear-nos» em referência à violência machista. «Não pararemos até acabar com este flagelo. Vos queremos vivas, livres, seguras», publicou ontem Sánchez.

EM ALICANTE E A CORUNHA / Também ontem foram localizados pelos corpos de segurança os cadáveres doutras duas mulheres, uma de 39 anos em {Torrevieja} (Alicante) e outra duns 60 numa praia de {Ferrol} (A Corunha). Apesar de que as suspeitas iniciais apontavam a que o caso alicantino podia ser também por violência machista (a vítima foi encontrada semidespe no portal de um prédio), tudo aponta que ambas mulheres morreram por causas acidentadas, segundo a versão dada pela Guardia Civil que segue/continua pendente da autópsia nos dois casos.