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{Descartes} em cozinha e inovação gastronómico

 

04/01/2019

Sal de casca de camarões, gelado de ossos de ameixa ou bolachas de {borras} de café são algumas das receitas duma nova publicação destinada a mudar «a má imagem» dos {descartes} que habitualmente se atiram nas cozinhas e demonstrar que «são comida/almoço» com numerosas aplicações e «um alto interesse/juro gastronómico». O livro ‘Revalorização gastronómica D {descartes}’, obra dos investigadores Branca do {Noval} e Diego Prado, mostram que as peles e folhas de muitas frutas e hortaliças, os ossos, pontas e gorduras da carne, as espinhas, cabeças e até as escamas do pescado e o marisco, o soro dos lácteos ou a casca do queijo, são partes dos alimentos que quase sempre vão à lixo «porque as pessoas não as considera comida/almoço», quando na verdade se atiram «habitualmente e cultura» no nível doméstico e «por problemas logísticos» na restauração ou as empresas transformadoras», explica Do {Noval} a EFE. Estes são os {desechos} aos que se dedica a guia divulgativa do {BCC}, os {descartes}, que, como esclarece a cozinheira investigadora, não são o mesmo que as perdas e desperdícios que se dão em todos os elos da cadeia alimentar por motivos de rentabilidade ou estética, um problema mundial de enormes proporções no qual Espanha ocupa o sétimo lugar da UE em volume, com 7,7 milhões de toneladas ao ano. Para tentar solucionar este problema, puseram-se em marcha estratégias e planos desde diversas instituições, mas para «reciclar» os {descartes} da própria elaboração, comenta Do {Noval}, há experiências nalguns países europeus mas «praticamente nada» em Espanha.