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O coronavirus aumenta o interesse/juro pelos partos casarões

Uma associação de matronas assegura que a procura se tem triplicado pela crise

 

Uma mulher dá a luz na sua casa, dentro duma piscina de água quente. - REUTERS

OLGA PERDA / EUROPA PRESS epextremadura@elperiodico.com MADRID
10/05/2020

En España se pode {parir} em casa. De forma privada, fuera do sistema público e por um montante que oscila entre os 2.000 e os 4.000 euros. Apoiados pela evidencia cientista, pediatras e matronas não o recomendam devido ao alto nível de risco que implica. É {jugársela}. Num sala de partos não costuma passar nada. Mas quando passa temos de correr, e muito. Apesar de que os hospitais têm adotado protocolos específicos para os partos, o coronavirus e o medo a contagiar-se tem provocado que a procura para dar à luz em casa «se {triplique}», por exemplo, em Catalunha, desde que começou o confinamento, segundo a matrona e vogal da Associação Catalã de Matronas ({Acl}) e da Associação de Matronas de Parto em Casa de Catalunha ({Alpacc}), Alba {Pallisé}, informa Europa Press. «Há equipas de matronas em Barcelona que estão totalmente colapsados», afirma.

As grávidas têm visto como se têm reduzido seus encontros no centro de saúde às mínimas necessárias e muitas têm tido que optar, por exemplo, por turmas virtuais de preparação ao parto. Tudo isso tem motivado que algumas futuras mamãs se interessem pela opção caseira, que está longe de ser segura e, além disso, só/sozinho é factível para as gestações de baixo/sob/debaixo de risco.

O risco de {parir} em casa / A presidenta da Federação de Associações de Matronas de España ({Fame}), María Jesús Domínguez, adverte a Europa Press de que as {parturientas} têm tido «sensação de perigo e insegurança» pelo facto de assistir a hospitais e centros sanitários por medo ao contágio. «Temos tido falta de matronas», explica sobre a situação nos hospitais, algo que se tem traduzido em novas medidas, como as altas precoces às mães sempre e quando o estado de saúde assim o permita e a impossibilidade de que nenhum familiar -para além de os progenitores- visite ao novo membro da família.

«Uma coisa é que aumente a procura, e outra que {aceptemos} todas as petições/pedidos», matiza/precisa {Pallisé}, que insiste na valorização individual de cada caso, «seguindo/continuando critérios de segurança básicos e tendo em conta as condições e fatores de risco». Se têm rejeitado as que se faziam provocadas pela desconfiança, angustia ou temor de assistir aos hospitais: «O medo não podia ser a premissa para determinar um parto em casa», diz.