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Condenado a 70 anos de prisão o ‘violador de {Martorell}’

 

J. G. A BARCELONA
09/05/2019

A Audiência de Barcelona condenou ontem a 70 anos de prisão a Tomás Pardo, mais conhecido como o violador de {Martorell}, por sequestrar, violar e esfaquear durante uma autorização penitenciário a uma mulher, à que atirou por um barranco e tapou com terra e folhas pensando que a tinha matado.

Os magistrados consideram provados os factos/feitos, que aconteceram o 29 de Outubro de 2016 em {Castellbisbal}, depois de/após que o acusado/arguido os {confesara} durante a vista.

O tribunal da Secção Sétima condenou a Pardo pelos delitos de detenção ilegal (20 anos de prisão), assassinato em grau/curso universitário de tentativa (30 anos), agressão sexual (15 anos) e roubo com intimidação (cinco anos). Os juízes também acordaram para o acusado/arguido a proibição de aproximar-se de a vítima e de comunicar-se com ela durante 95 anos e fixaram uma indemnização de 1,1 milhões de euros.

A sentença relata que sobre/em relação a as 6.45 horas daquele 29 de Outubro, Pardo, que usufruía de um autorização de três dias, abordou a sua vítima quando esta entrava em seu veículo, estacionado numa rua de Igualada. Após exibirle uma navalha, lhe exigiu que o levasse a {Martorell}. Ao chegar a {Castellbisbal}, a obrigou a deter o carro e a descer. Agarrando-la da mão, a fez internar-se numa zona com florestas. Após caminhar uns metros, lhe disse: «Te tem tocado». O agora condenado desceu os calças e a roupa interior à mulher e a violou várias vezes.

Depois, Pardo exigiu à vítima que {caminara} diante de ele e, de maneira «inesperada» e sem medir as palavras, lhe pregou cinco vezes a navalha na parte direita do pescoço. A vítima caiu ao chão e se fez passar por morta. O acusado/arguido arrastou o corpo e o lançou a um barranco, atirandole logo ramos e terra em cima. Ela não faleceu porque pôde enviar sua localização através do telemóvel e os Polícia catalã d’{Esquadra} atuaram.