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As mortes em estrada se estancam na União Europeia

 

SILVIA MARTÍNEZ BRUSELAS
08/04/2019

A redução de acidentes mortais nas estradas europeias leva um lustro estancada. Segundo as últimas cifras provisórias publicadas pela Comissão Europeia, no 2018 morreram 25.100 pessoas na UE, apenas um 1% menos que o ano anterior, o que mantém o número de vítimas em 49 por cada milhão de habitantes. «É claramente inaceitável», diz a comissária de transportes, Violeta {Bulc}. De seguir/continuar a tendência, a UE não cumprirá com seu objetivo de reduzir à metade as mortes em acidente de viação para 2020.

A nova fotografia volta a desenhar um panorama diverso. Os países com os melhores resultados e menos vítimas continuam a ser Reino Unido (28 por cada milhão de habitantes), Dinamarca (30), Irlanda (31), Suécia (32) e Malta (38). Espanha e Alemanha se situam detrás, com uma média/meia de 39 mortes por cada milhão de habitantes, mas longe de os que registam um maior número como são Rumanía (96), {Bulgaria} (88), Letónia (78) e Croácia (77). Entre os que conseguiram maiores/ancianidade avanços, não obstante, estão Eslovénia, com uma redução de 13% nas mortes em acidente de viação, Lituania com um 11%, {Bulgaria} com um 9% e {Eslovaquia} e Chipre com um 8%. No caso de Espanha, sua melhoria foi igual de limitada que a registada com a UE com um corte de só/sozinho o 1%.

A análise também confirma que por cada pessoa morta em acidente de viação há outras cinco que sofrem lesões graves, especialmente em áreas urbanas. Segundo as estimações de Bruxelas, os feridos rondariam as 135.000 e estariam especialmente em perigo os peões maiores/ancianidade de 65 anos.

«É muito dececionante. É o quinto ano no qual praticamente não há progressos», admite o diretor executivo do Conselho Europeu de Segurança Via, Antonio Avenoso. Apesar das novas cifras, considera que há motivos para ser otimistas. Por exemplo, a UE tem finalizado dois legislações importantes em matéria de segurança via que ajudarão a reduzir os acidentes mortais em estrada ao obrigar a os novos veículos que se comercializem na UE a incluir elementos como o travado de emergência automatizado ou um assistente de velocidade para limitá-la.