+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

Um relatório/informe cifra o atraso da obra dos pavilhões em 142 dias

Segundo uma arquiteta municipal, corresponderia uma sanção de 225.812 {€}. O PSOE insiste em que se resolva o contrato, factível segundo os técnicos

 

Uma imagem do início da obra, em Dezembro. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
25/10/2019

Los relatórios de técnicos do Câmara Municipal de Plasencia são claros em relação à obra de reabilitação dos pavilhões militares para sua conversão em residência de maiores/ancianidade. A data 31 de Agosto, tinha um atraso na execução do projeto de 142 dias, pelo que, em virtude do caderno de encargos, a Câmara Municipal pode optar «pela resolução do contrato» com a empresa {Joca} ou pela imposição duma {penalidad} que a arquiteto treinador cifra em 225.812,66 euros.

Este relatório/informe, de 24 de setembro, o deu a conhecer ontem o grupo municipal do PSOE, que o reclamou por registo. Nele, se indica também que, a 31 de Agosto, tinha um atraso valorizado em 439.767,68 euros e que, dados os dias de atraso, «o órgão de contratação -a quem vai dirigido o relatório/informe- estará autorizado para a resolução do contrato».

Por sua vez, o vereador Alfredo Moreno mostrou outro relatório/informe de 18 de setembro que firma/assinatura/assina o diretor da obra, arquiteto municipal, quem assinala que, só/sozinho se tem executado o 13% da obra e a maior parte tem consistido em «trabalhos de demolição». Além disso, «os trabalhos que se vêm realizando não supõem um avanço de obras. Não entram materiais nem se executam verbas/partidas de envergadura, tudo isso por causas imputáveis a empreitada».

Faz finca-pé no facto/feito de que não se tenham fechado nem a coberta nem o resto de vãos, apesar de ter facto/feito vários requerimentos à empresa. «Desde Junho estamos à espera» e sublinha que «esta verba/partida é prioritária». Por isso, insta a «procurar uma solução com carácter de urgência por motivos de segurança e para evitar a ruína do prédio». Este informa vai dirigido ao treinador de contratações e ao presidente da Câmara Municipal.

Precisamente, o PSOE culpou ontem a Fernando Pizarro de ter «permitido esta situação. Ele é o responsável, que deixe de mentir, dê a cara, resolva o contrato já e imponha sofrimentos e execute o aval», de 265.040 euros, suficiente para cobrir a sanção. O grupo acredita que o presidente da Câmara Municipal fez «deixação de funções» ao consentir uma «obra porcaria».

O que não recebeu o PSOE é o relatório/informe sobre/em relação a os contratos aos trabalhadores porque ainda não chegou à Câmara Municipal.