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Poda e mais colchões em Colón

Los vizinhos/moradores e comerciantes de Colón aplaudem os trabalhos de poda porque «fazia tempo que não viamos a ninguém de manutenção», dizem enquanto se queixam de que o aparecimento de {jergones} não cessa

 

Valorativo 8 {asd} {asdasdas}. - M. {Á}. MUÑOZ

Valorativo 8 {asd} {asdasdas}. - M. {Á}. MUÑOZ

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ
07/11/2019

Vecinos e comerciantes da rua Colón {amanecieron} ontem com a feliz surpresa de que uma brigada municipal estava podando os árvores do bairro. «Fazia tempo que não se fazia», assegurava um empresário. O processo se produz um dia depois de/após que neste mesmo diário/jornal os residentes mostrassem seu mal-estar pela sujidade e o aparecimento indiscriminada e reiterada de colchões junto aos contentores de lixo.

Esta última situação longe de solucionar-se se repete e nesta semana voltaram a aparecer novos {jergones}, não só/sozinho em Colón, também na rua {Arturo} {Aranguren}, factos/feitos que estão pondo em alerta aos cacerenhos que vivem nestas zonas. O caso recorda ao de {Torrevieja}, embora como é lógico a grande distância, onde se fala do mistério dos colchões. Não é um exagero: até 9.100 se têm recolhido entre Julho, Agosto e setembro deste ano, mais de 100 ao dia, na cidade alicantina. Um problema que incomoda aos vizinhos/moradores e transborda aos municípios da região da Várzea Baixa por dois razões: são custosos de reciclar (à volta de 40 euros) e não há nenhum lixeira em toda a região, só/sozinho um ecoparque em {Torrevieja} que está saturado, segundo publica o diário/jornal El País.