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Pizarro: «Neste momento não procede rescindir o contrato da residência»

Afirma que falta por realizar ainda o 75% do procedimento

 

Visita às obras de políticos, técnicos e empresa, em Fevereiro. - TONI GUDIEL

R. R. PLASENCIA
26/10/2019

El procedimento iniciado pelos atrasos e incumprimentos na obra de conversão dos pavilhões militares em residência de maiores/ancianidade em Plasencia se iniciou o 27 de setembro e ainda falta em torno de um 75% da tramitação. Portanto, o presidente da Câmara Municipal Fernando Pizarro, assinalou ontem que, «neste momento, a resolução do contrato por demora não procede porque não cumprem-se os preceitos para paralisar a obra».

Pizarro disse que essa foi a resposta ontem do secretário municipal e o treinador de contratações e que as notas informativas da arquiteto treinador e o diretor de obra, arquiteto municipal, que fez públicos o grupo municipal do PSOE na quinta-feira, são só/sozinho uma parte do processo. Por isso, avisou de que «temos de ser prudentes com a informação se não está completa».

Porque outro aspeto que destacou é que nenhum dos arquitetos está autorizado para rescindir o contrato, só/sozinho pode fazê-lo o treinador de contratações e após um procedimento que inclui a receção das alegações da empresa {Joca}, que chegaram ontem. Agora, Se estudarão e informarão e será o momento de propor, ou uma sanção ou a rescisão.

Pizarro sublinhou ontem que a obra «não é um capricho do presidente da Câmara Municipal mas uma obra de toda a cidade», e também não foi um capricho a empresa escolhida. De facto, mostrou dois relatórios de 2018 nos que o mesmo arquiteto que dirige a obra assinalava a «dilatada experiência» e «conhecimento a fundo do projeto» de {Joca} e afirmava que a baixa temerária estava justificada «verba/partida a verba/partida», com o que a sua oferta era «perfeitamente viável».

Com tudo, assinalou que o procedimento seguirá/continuará seu curso porque não quer ver-se nos tribunais com a empresa e seu objetivo é «que a obra acabe-se». Isso sim, «se {llegamos} à conclusão legal que justifique a rescisão do contrato, se fará».