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A escola de médicos urge ao SES medidas pela falta de facultativos

Augura maiores/ancianidade problemas e não entende o sucedido em Geriatria . Critica que se ofereçam contratos de semanas ou meses e não de um ano mínimo

 

O presidente da escola intervém na inauguração de sua sede em Plasencia. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
04/01/2019

Lo que estava acontecendo em pequenos centros de saúde se transferiu a hospitais como o de Plasencia e, segundo augura o Colégio Oficial de Médicos da província de Cáceres, «vai a mais se não se tomam medidas urgentíssimas». O problema é a falta de facultativos, que denunciaram já os profissionais da área de saúde de Plasencia, tanto/golo em Atenção Primária como no hospital. A queixa é a mesma, como não se cobrem praças/vagas, nem baixas, nem se alarga plantel/quadro, os que trabalham estão saturados e a atenção aos pacientes é pior.

Ocurreu em Pediatria, {Dermatología}, Traumatologia, Geriatria e nos centros de saúde, cujos profissionais denunciaram a acumulação de guardas durante estas festas natalícias. «Trata-se de um problema generalizado em toda Extremadura», aponta Carlos R. Arjona, presidente da escola de médicos da província. Segundo seus cálculos, entre as áreas de saúde de Plasencia e Coria faltam em torno de uma trintena de médicos, embora os dados variam em função dos contratos que vão fazendo.

Precisamente, um dos problemas que a escola sublinha é que «não há nenhum médico que queira vir a Extremadura». E ¿porque é que? Uma das respostas é pelo tipo de contratos que oferece o SES. «Se oferecem por meses ou semanas, quando já todas as comunidades oferecem contratos de um ano no mínimo. Está claro que, perante contratos melhores e, se outras comunidades pagam mais, te {acabas} indo». Também porque «os médicos temos família e queremos conciliar» e com a carga/carrega de trabalho atual que denunciam, se faz difícil. «De passar uma consulta de 30/35 pacientes, estão passando até de 70/75 pessoas, com o que é impossível atendê-los, apesar de que os médicos estão a fazer esforços» e põe de exemplo as operações de Traumatologia pelas tardes no hospital.

Na sua opinião, o Plano de Recursos Humanos que aprovou a Junta faz 5 anos, era erróneo e assim o manifestaram nessa altura. Porque «calculava a reforma duns 400 médicos, sem contar com as antecipadas, a marcha a outras comunidades, as autorizações de maternidade…» E «contava com que ficariam 500 residentes, quando segundo nossos cálculos, o 50% dos que vêm a estudar, vão-se embora».

Por isso, a escola reclama à Junta e o SES duas medidas: «parar as reformas e incrementar as praças/vagas de formação». Precisamente, diante da sentença do TSJEx sobre/em relação a as reformas, Arjona é claro: “a bola está agora em mãos da Junta».