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Carlos Núñez, na berço dos {celtas}

O artista galego apresenta um novo repertório, didático e concebido «como uma viagem no tempo»

 

Termina a digressão 8 Uma imagem promocional do artista. - EL PERIÓDICO

R. R. PLASENCIA
28/03/2019

«Estou feliz. Sentir que vou a Extremadura, à berço das línguas {celtas} mais antigas, é fascinante. Cada visita é uma forma de aprender». Com esta atitude enfrenta o artista Carlos Núñez os concertos que dará amanhã no teatro {Alkázar} de Plasencia (21.00 horas) e no sábado no Gran Teatro de Cáceres (20.30), da mão de {Backstageon}, quase os últimos duma digressão de 50, nos que tem incluído um «repertório novo» baseado no seu primeiro livro, A irmandade dos {celtas}, que lhe levou três anos escrever.

Porque, à medida que escrevia, que investigava, que estava em contacto com arqueólogos e viajava, se produziam «descobrimentos a tempo real que não podia deixar passar. Foi um repto/objetivo apaixonado».

Assim, tem descoberto que as línguas {celtas} mais antigas do mundo não são originárias de {Gales} ou Escócia, mas de Espanha e «muitas das mais antigas estão na Extremadura». Por isso, aproveitará para visitar museus nos que se encontram esteiras de guerreiros onde já aparecem {liras}, que acabaram {conviriéndose} em {arpas} e estas em {gaitas}.

«O fascinante é que o {celta} não é um romantismo do século XIX, nem nasceu nos anos 70, mas os arqueólogos dizem que é algo que vem de muito atrás e que se está renovando, adaptando-se», até ao ponto em que «o rock tem raízes {celtas}».

Estes e outros descobrimentos tratará de explicá-los Carlos Núñez, sempre de maneira didática e apaixonada, em seus concertos de amanhã e no sábado. Com uma duração de entre uma hora e meia e duas horas, contará com entre dez e doze musicais no cenário e com «convidados surpresa» e talentos locais.

Prestes a terminar esta digressão, mostra-se «muito iludido. Vejo uma mudança, que as pessoas está mais aberta a valorizar os verdadeiros tesouros que temos em nossas tradições. Espanha é como EUA em pequenino e com {tradicionaes} vivas que o resto da Europa já perdeu. Os artistas não podemos deixar que isto desapareça». Para conhecê-las, ainda há entradas à venda para ambos concertos.