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A Câmara Municipal solicita à Junta que suba as ajudas para emprego

A vereadora de Pessoal assinala que a câmara municipal dá 1,5 milhões ao ano. Pede compensar 142.000 euros pela subida salarial e do {SMI} deste ano

 

Caudas para inscrever-se num plano de emprego. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
09/05/2019

Las ajudas em matéria de emprego são competência da Junta de Extremadura, daí que cada ano as convoque para o Plano de Emprego Social, o de Experiência ou as escolas oficina. No entanto, a Câmara Municipal de Plasencia dá as mesmas ou superiores quantidades/quantias para chegar ao máximo de contratações, tudo enquanto o departamento de Intervención realiza {reparos} precisamente por tratar-se duma competência imprópria. Perante isto e por sobrecustos devidos à subida salarial e do salário mínimo interprofissional neste ano, a Câmara Municipal pediu à Conselheria de Emprego que aumente as ajudas e compense os sobrecustos.

Concretamente e, segundo indicou ontem a vereadora de Pessoal, Sonia Grande, se tem remetido um escrito/documento à conselheria porque, após realizar um estudo de custos, o resultado é que a Câmara Municipal investe «quase 1,5 milhões ao ano no Plano de Emprego Social, que é o mesmo ou mesmo mais que a Junta» porque apontou que, na segunda fase do plano atual, a conselheria deu 273.000 e a Câmara Municipal 295.000.

«O {aceptamos} por responsabilidade com o cidadão, para poder/conseguir chegar a 90 postos de trabalho», disse. Mas além disso, explicou que, dado que a ajuda se concede o ano anterior ao que se executa o plano, não contempla subidas como as salariais ou as do salário mínimo e, no caso de câmaras municipais com convénio coletivo próprio, como é o de Plasencia, supõe um sobrecusto. Segundo os cálculos de Pessoal, este ascende a 142.000 euros.

A Câmara Municipal está à espera da resposta da conselheria em relação a se se compensarão estas quantidades/quantias no novo plano social para levar à mesa de negociação as bases da seguinte fase. Os trabalhadores deveriam estar contratados o 30 de Junho.

Esta informação a tem facilitado a vereadora na última mesa de negociação. Além disso, se tem aprovado de maneira provisória a produtividade para uma dezena de empregados municipais que estão a fazer tarefas extra pelos dois processos eleitorais e a feira. Os primeiros receberão 1.600 euros e os segundos, 2.500 por três meses de trabalho extra. Prevê-se levar o regulamento geral de produtividade à próxima mesa negociadora, a ser possibilismo antes das eleições.

Também se têm aprovado as bases para contratar ao monitor de um curso de operações básicas de restaurante-bar que se dará na escola de cozinha este verão e a data das eleições sindicais municipais, que serão o dia 20 de Maio.