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Os bares, a favor de usar copos de papelão, mas não de eliminá-los

Afirmam que não podem negarle ao cliente que se leve o que tem pago. Interior recomenda sua supressão porque favorece que se beba na rua e os ruídos

 

Reunião entre os vereadores, com o de Interior ao fundo, e os hoteleiros de locais de taças. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
07/11/2019

Los proprietários dos locais de taças de Plasencia estão a favor de ir reduzindo o uso de copos de plásticos e {pajitas} deste material por outro como o papelão, mas a maioria mostra-se contrário à eliminação total destes copos que solicita o cliente quando não tem terminado sua bebida e tem ou quer sair do local.

Assim o manifestaram ontem a este jornal no fim duma reunião na Câmara Municipal com os vereadores de Interior, David Dóniga, Serviços Municipais, Luis Miguel Pérez Escanilla e Turismo e Comércio, {Belinda} Martín, na qual também {partició} o intendente da Policia Municipal.

Segundo indicou Dóniga, o motivo da reunião era pedir-los sua adesão à moção aprovada recentemente em plenário/pleno para reduzir o consumo de plásticos. Não obstante e, como também disse o presidente da Câmara Municipal publicamente, a Câmara Municipal recomenda «que não dêem nada», nenhum tipo de copo, porque favorece que os clientes incumpram a lei que impede beber na rua e gera ruídos que provocam incómodos de vizinhos. Não obstante, o vereador indicou que «não se lhes pode obrigar a eliminá-los».

Desde São {Esteban}, Javier Izquierdo, do Alameda, está a favor do uso de «outros materiais», mas assinala que «a lei do consumidor nos obriga a dar ao cliente o que tenha pago», o que costuma acontecer quando chega a hora de fecho dos bares porque «uma taça não se bebe em dois minutos». Isso sim, vêem bem advertir ao cliente da proibição de beber na rua, que costuma sancionar-se com uns 300 euros de multa.

Desde a rua {Patalón}, Pablo García, presidente da associação de hoteleiros desta zona e María Aceña coincidem em somar-se ao uso de materiais mais ecológicos, mas sem eliminar os copos. Além disso, apontam que «nas terraços, que estão na rua, sim se permite beber e há ruídos». Incidem em que «ao cliente temos que dar-lhe o copo porque se não se zanga, mas podemos avisarle do que diz a lei».