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As auxiliares dos Pinheiros: «Urge alargar plantel/quadro pelos pacientes»

A situação leva a baixas por esgotamento, lesões e pedido/solicitação de transferência. Após onze anos, só/sozinho se criou uma praça/vaga a média/meia jornada e para dois plantas

 

Fachada principal do centro os Pinheiros. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ
08/04/2019

Tienen que ter os luvas ocasos «às oito da manhã porque, se nos passamos dez minutos, já vamos tarde todo o dia». É um exemplo da carga/carrega de trabalho que têm diariamente as auxiliares de enfermaria do centro urbanização os Pinheiros, que acolhe a pessoas com alzhéimer. Afirmam que é o centro dependente do {Sepad} com mais baixas de auxiliares, por esgotamento e lesões causadas pelo peso que devem carregar e também onde mais transferências se solicitam. Na sua opinião, tudo se solucionaria com um aumento de plantel/quadro.

«Não pedimos um aumento de {retibuciones}, pedimos pessoal para atender a nossos residentes com mais qualidade se cabe», sublinham. Porque replicam à Conselheria de Saúde que, ao contrário que noutros centros do {Sepad}, em Os Pinheiros «não se geraram praças/vagas de nova criação para reforçar as planteis/quadros do coletivo de auxiliares», e também não se reforçaram com pessoal de produção em Novembro e Dezembro. «Tão somente se criou uma praça/vaga, a média/meia jornada e para dois plantas de residentes».

Assim, o revezo de amanhã tem uma rátio de 12 pacientes por cada casal/par de auxiliares, 16 o revezo de tarde e os fins-de-semana e feriados. Durante a noite, «há um casal para 48 residentes e tens que estar nas guardas, mudança de {pañal}, medicação e alimentação».

Incidem em que o tipo de paciente ao que atendem não tem as mesmas características que noutros centros e, de facto, «pode mudar muito em quinze dias». Por isso, reclamam que a rátio se atualize e não «desde um cadeirão», mas «a pé de cama, para comprovar se o que {demandamos} é tão impossível de cumprir».

ÚLTIMO RECURSO / Devem trabalhamos/trabalhámos com gruas; não há banhos nas quartos e vão correndo com {palanganas}; têm que descer de planta para {pesarles}; levar-lhes a tratamento de fisioterapia, com terapeutas... «Estamos para tudo». Por isso, vêem urgentíssima a necessidade de alargamento de plantel/quadro e propõem um mínimo de quatro auxiliares mais por planta.

Já o têm solicitado à direção, que «nos tem apoiado bastante» e à gerente do {Sepad}, mas ao não obter resultados fizeram-no público. Por isso decidiram falar com o presidente da Câmara Municipal, mas, diante da resposta da Junta, pedem «que uma coisa tão séria como é a atenção de umas pessoas com este tipo de doenças não se politize». Em torno de uma dezena não verá a solução porque pediram o transferência a outros centros. «Este é um centro de passagem, não para reformar-se. Se {mejorara}, me ficaria».