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{Valdecañas}, ponto e seguido/continuado

 

11/01/2019

O esperado relatório/informe do CSIC sobre/em relação a a ilha de {Valdecañas} vem a assinalar que deixar a zona em seu estado atual é o mais prejudicial para a {ZEPA} que existe sobre/em relação a este localização. No entanto, também indica que devolvê-lo a seu estado originalíssimo de 2006 produziria um prejuízo ambiental maior que um projeto de restauração que partisse de seu estado atual. Uma de {cal} e outra de areia que não contenta a nenhuma das partes do {litigio}, {medioambientalistas} frente a proprietários e a administração autonómica, os quais dispõem agora de dois meses para apresentar alegações.

O relatório/informe ambiental elaborado pela Estação {Biólogica} de {Doñana}, dependente do CSIC, responde às 14 questões apresentadas pela Sala do Contencioso Administrativo do TSJEx. Entre suas respostas assinala que «a construção do complexo e seu funcionamento têm tido impactos ambientais, negativos e de consideração, sobre/em relação a a ilha e a {ZEPA}». Aponta que modificou os habitats da ilha, «o que teoricamente supôs a desaparição de um terço das espécies de aves terrestres em época de reprodução e de um quinto das espécies {invernantes}». A maioria destas espécies estavam protegidas pela lei», destaca. Além disso, a construção supôs eliminar mais da metade dos árvores e arbustos nativos que se estavam regenerando naturalmente e o que se {revegetó} foi menos da metade da cobertura perdida.

Ainda assim, os científicos/cientistas de {Donaña} estimam que devolver esses terrenos a seu estado originalíssimo, tal como estavam antes de iniciar/dar início's as obras em 2006, «produziria um prejuízo ambiental maior que um projeto de restauração ecológica que partisse da situação atual» e que, no seu entender, teriam um impacto ambiental positivo sobre/em relação a a {ZEPA} de longo prazo. O problema mais sério duma possível demolição seria a gestão dos mais de 140.000 metros cúbicos de resíduos que estimam que se gerariam, embora existam técnicas de reciclado que poderiam atenuar esse impacto.

Com tudo, as partes têm agora que posicionar-se neste relatório/informe que ocupa a friorenta de 1.100 páginas. Finalmente, serão de novo os tribunais os que decidam em sentença como abordar esta atuação, a qual condicionará seu futuro dado que, por cedo, fica desaconselhado que se siga/continue construindo na zona.

Por enquanto não há vencedores nem perdedores, se talvez um ponto e seguido/continuado numa pugna que leva mais de 10 anos e que demonstra que, na altura própria, não se atuou bem e agora resulta que o remédio poderia ainda ser pior que a doença.