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Ruanda, 25 anos do genocídio

 

08/04/2019

Um quarto de século depois da matança de {tutsis} em Ruanda a mãos da maioria {hutu} segue/continua sem saber-se a ciência certa quem manipularam ou se aproveitaram do conflito, a que interesses respondeu o {retraimiento} da comunidade internacional para conter o genocídio e até que ponto tudo se deveu à herança deixada pelo {colonialismo} belga, que {descoyuntó} os equilíbrios sociais. Para além de as 800.000 mortes, as 200.000 mulheres violadas e as dezenas de milhares de deslocados que fugiram do horror dos assassinatos a {machetazos}, a memória do acontecido resulta insuficiente para esclarecer que molas se ativaram para desencadear a violência vesânica que seguiu/continuou à morte do presidente {Juvénal} {Habyarimana}, cujo avião foi {abatido} por um míssil se diz que disparado pelo Frente Patriótico {Ruandés} ({tutsi}), e mesmo quem movia os fios da organização. Também não se tem podido {discernir} quem andou detrás de a fação {hutu} mais radicalizada, que aproveitou o caos para aniquilar a seus adversários políticos da mesma etnia, mas não há dúvida de que no meio da talho abundaram as vinganças políticas e as rivalidades entre clãs decididas a sangue e fogo. Pudesse parecer hoje que quanto aconteceu não se voltará a repetir, comovidos os espíritos pelo lembrança da tragédia, mas as riquezas que entesoura o subchão da região, a opacidade do poder/conseguir e a ação dos cobiçosos são uma mistura explosiva que cheia de riscos o futuro.